quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Pesquisa Conexão dos Mídias aponta comportamento dos profissionais do setor

83% dos mídias declaram ter o hábito de ouvir rádio e navegar na internet simultaneamente

Com o objetivo de analisar o comportamento dos profissionais de mídia, o IBOPE Mídia desenvolveu o estudo especial Conexão dos Mídias, que ouviu 85 entrevistados durante o MaxiMidia 2009, evento do setor que aconteceu entre os dias 6 e 8 de outubro, em São Paulo. A pesquisa busca retratar a percepção deste público específico em relação ao tema conectividade e compará-la com a média obtida na pesquisa "Conectmídia: Hábitos de consumo de mídia na era da convergência", que aponta como o cenário da convergência de meios atual afeta a vida, as ambições e os relacionamentos do consumidor brasileiro.

O estudo inédito revela que os profissionais de mídia são heavy users dos meios de comunicação e apresentam uma visão diferente desse momento cheio de possibilidades que é a era da informação. É interessante notar, porém, que em algumas situações a reação destes protagonistas é exatamente igual à da população, externando angústias e desejos similares.

Reações parecidas
Os profissionais de mídia aproximam-se da população quanto a sentirem-se pressionados com a quantidade de informações disponíveis atualmente: 57% deles sentem-se desta forma, enquanto esse resultado nos demais consumidores é de 53%. Os públicos estão em linha, porém, quando questionados sobre conseguir absorver toda a informação e tecnologia disponíveis: os resultados são praticamente iguais, com 60% e 59%, respectivamente.

Com relação ao comportamento midiático, muito provavelmente por força das exigências e especificidades do trabalho, os resultados foram diferenciados. Os profissionais de mídia revelam maior preocupação com a qualidade da informação (91%) do que a média da população, com um índice 10 pontos percentuais menor. Essa diferença de comportamento é maior ainda quando se trata de consumo simultâneo dos meios, que aparece como uma realidade expressiva no dia a dia desse profissional. Quando levados a ratificar a frase “na maioria das vezes, me dedico a um meio de cada vez”, apenas 38% dos mídias concordam, enquanto na população esse índice é mais que o dobro, batendo na casa de 82%. Além disso, 83% dos mídias declaram ter o hábito de ouvir rádio e navegar na internet simultaneamente.

Se o consumo simultâneo é rotina para os profissionais do setor, a vida online também está definitivamente incorporada nas atividades, já que 78% consideram as redes sociais como parte da rotina e 32% preferem relacionar-se virtualmente. São índices expressivamente mais altos comparados aos obtidos com o total da população para a qual 45% têm as redes sociais como rotina e apenas 16% preferem trocar o relacionamento pessoal com amigos/família/colegas de trabalho para falar por computador.

Além disso, mais da metade dos mídias (54%) afirma que habitualmente baixa fimes/séries pela internet, enquanto esse índice não chega a um quarto da população, sem falar que 65% dos mídias ouvem rádio pela internet com freqüência, índice que fica na casa de 26% no geral.

Internet supera
Como não poderia ser diferente, os profissionais de mídia estão mais sintonizados com as profundas transformações do padrão de consumo atual. Na medida em que o celular se firma como a multiplataforma de comunicação, para um terço da população as mensagens de propaganda são bem-vindas nesse canal, enquanto quase a metade dos mídias tem a mesma opinião. Mas, para esse profissional, o computador com acesso à internet supera todos os outros canais, seguido de outra plataforma de comunicação ativa instantânea: o telefone celular. “As pessoas estão dispostas a receber conteúdos diversos, propaganda, entretenimento. A eficiência será maior dependendo do momento de cada meio”, analisa Dora Câmara, diretora comercial do IBOPE Mídia.



2020
Algumas questões provocam reações exatamente iguais entre os profissionais de mídia e a população, como no caso da sensação de que o tempo tem passado cada vez mais rápido e no desejo de que gostariam de ter mais tempo para si. A crença de que o tempo estará escasso em 2020 é compartilhada por 87% destes formadores de opinião, muito em função do ritmo frenético de trabalho desta categoria, enquanto na população esse índice não chega à metade. Tanto para a maioria dos mídias quanto da população, água e recursos naturais também estarão escassos no futuro. E se por um lado os mídias têm uma visão menos otimista quando se trata de escassez de contato pessoal, 18% apenas acreditam que naquele ano o trabalho é que vai faltar, diferente de 56% da população.

Horário nobre da insônia

Reportagem publicada no Jornal da Tarde em 3 de novembro de 2009, pelo jornalista Gilberto Amendola, com entrevista da diretora comercial do IBOPE Mídia, Dora Câmara

Faz algum tempo que o velho slogan "televisão emburrece" perdeu a força. E uma nova constatação, apoiada pelos números do IBOPE ganha relevância: televisão é uma ótima companheira das madrugadas. Nos últimos cinco anos, a audiência de horários considerados alternativos cresceu em 15% e o tempo médio do brasileiro em frente à telinha subiu 13 minutos na calada da noite. Enquanto a programação diurna sofre com a dispersão de telespectadores, que migram para outras mídias, os números noturnos atestam a inversão do 'horário nobre'.

A diretora comercial do IBOPE Mídia, Dora Câmara, examina os números. "Pode parecer que 13 minutos (a mais de audiência) é pouco, mas em se tratando de um universo de milhões de espectadores, é uma média alta. O tal "horário nobre" da televisão vem se estendendo até depois da 1 hora da manhã." Ainda segundo o IBOPE, o que dá gás às madrugadas é o público jovem, a classe C e a TV cabo. "Em nossas pesquisas, esses são os elementos que mais aparecem com força. Aparentemente, o público já se habituou a dormir mais tarde", comenta Dora. "Esse público mais conectado com intemet também tem peso nesta estatística. As pessoas ficam mais tempo acordadas e, consequentemente, ligam a televisão."

O tipo mais clássico ainda é aquele que procura na TV o alivio para suas batalhas com o sono. Zizza da Silva, 26 anos, estudante de Rádio e TV, tem o que chama de "hábitos madrugadores" desde que era bebé. "Quando a programação da TV acabava, eu abria o berreiro, acho que esse meu hábito começou aí." Embora more em uma república, ela não se aperta na hora de ligar a TV de madrugada. "As pessoas se acostumaram com o meu jeito." Cinéfila, Zizza zapeia à procura de filmes e séries e descobre uma vantagem dos insones. Algumas produções só dão as caras na TV quando a maioria das pessoas está dormindo. "Tem um tipo de filme que só passa de madrugada. Já virei a noite vendo Cassino, do Martin Scorsese."

Outro grupo de telespectadores corujas é o formado por gente que tem seu relógio biológico dependente de seu horário de trabalho. E aqui não se fala só do exército de profissionais da noite, como porteiros de edifícios e recepcionistas de estacionamentos 24 horas. Chegar em casa depois das 23h já é uma porta para o mundo das "noites brancas" diante da TV. O professor universitário Rafael Mónaco, 52 anos, chega em casa com adrenalina suficiente para saber que ir para a cama não é um bom negócio. A TV da sala é o seu relaxante. "Tenho um bom televisor e uma poltrona adequada. Gosto muito de passar minhas madrugadas aqui."

A qualidade do que se vê em alguns canais é outro ponto a favor dos insones. Sem anunciantes aos montes, e com os soldados da guerra de audiência curtindo seu décimo sono, sobra espaço para boas séries, filmes com poucas inserções comerciais e longas entrevistas, ainda que reprisadas. "Durante o dia, a TV é muito popularesca. Já de noite, além dos filmes, encontramos documentários incríveis. Até os reality shows têm mais qualidade", diz o professor Mônaco.

Sem dormir mais do que quatro horas por noite, a comerciante Suelly Mota Figueiredo, 54 anos, está no time das 'viciadas' em séries. "Vejo os seriados desde o in&iacut e;cio, conheço todas as temporadas de E.R, Cold Case, House. Quando não tem nenhuma série boa, vejo uns programas de venda."

As emissoras começam a dar sinais de que não querem dormir nos pontos do IBOPE e passam a escalar seus pesos pesados para atrair mais audiência. Sem falar na vocação madrugadeira de programas de cunho sexual, como Sexy Time, no Multishow, e religiosos, como o Fala Que Eu Te Escuto, na Record - que contam com fiéis telespectadores, nos dois sentidos da palavra -, o que tem dado as cartas no horário nobre da insônia são os filmes e os seriados. A grade do SBT, por exemplo, reserva séries de grande sucesso, como Smaliville, OZ, One Tree Hill, Cold Case e Medium. Com essa programação, parecida com a da TV paga, só que dublada, a emissora atinge de 3 a 5 pontos de audiência e só fica atrás da Globo.

A Globo escala filmes blockbusters para seus Corujão e Intercine, além de apostar em eventuais seriados, como Bones. Record e Bandeirantes, que vendem boa parte de suas madrugadas para os evangélicos fazerem pregações eletrônicas com picos de não mais que 3 pontos de audiência, também reforçam seus filmes. E uma telespectadora insone diz: "Se a programação do dia fosse igual a da madrugada, a TV seria muito melhor."

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Vírtua ultrapassa Speedy e vira líder de banda larga

Net encerrou o terceiro trimestre com um total de 2730 milhões de assinantes, 212 mil a mais do que a Telefônica.

O ano de 2009 definitivamente não foi positivo para a Telefônica. Além de ter perdido quase 150 mil assinantes por conta da suspensão das vendas do serviço Speedy - leia sobre isso aqui - a companhia perdeu a liderança do segmento de internet banda larga no Brasil para a Net.

De acordo com os dados divulgados pela distribuidora de TV por assinatura, o serviço de internet banda larga Vírtua conseguiu alcançar a marca de 2.730 milhões de assinantes no terceiro trimestre de 2009, uma quantia 36% maior do que o total de clientes que a companhia possuía no mesmo período do ano passado.

Dessa forma, no final do mês de setembro, a Net possuía 212 mil assinantes de internet a mais do que a Telefônica, que encerrou o terceiro trimestre do ano com um total de 2.578 clientes para o Speedy.

Nos meses de julho, agosto e setembro deste ano, a Net conquistou 185 mil novos clientes para o Vírtua, o que correspondeu a 57% de todo o crescimento desse mercado no período. Além do incremento do número de assinantes do serviço de internet banda larga, a Net também encerrou o terceiro trimestre com um total de 3.645 milhões de clientes do serviço de TV por assinatura e com 2,5 milhões de assinantes dos serviços de telefonia fixa Net Fone Via Embratel. O número de assinantes das linhas telefônicas é 63% superior do que o total existente no ano passado.

Dados muito interessante sobre o consumo dos meios de comunicação pelo público brasileiro.

Por Alexandre Zaghi Lemos.
Meio Mensagem Online.

Embora a TV se mantenha soberana como principal fonte de informação da população brasileira, o rádio e a internet têm mais credibilidade. É o que revela pesquisa encomendada pelo Grupo Máquina ao Vox Populi, que ouviu 2,5 mil pessoas maiores de 16 anos, entre 25 de agosto e 9 de setembro, no Distrito Federal e nas regiões metropolitanas de Belo Horizonte, Curitiba, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

O levantamento mostra que os sites de notícias e blogs jornalísticos já são a segunda principal fonte de informações, citados como primeira opção por 20,4% dos entrevistados e ficando atrás apenas da TV, com seus 55,9%. Na sequência, aparecem jornais impressos (10,5%) e rádio (com 7,8%).

Com uso crescente no País, as redes sociais foram citadas como principal fonte de informação por 2,7% da amostra, ficando à frente das versões online dos jornais (1,8%) e das revistas impressas (0,8%) e online (0,1%).

Quando o assunto é credibilidade, o ranking sofre modificações consideráveis. O Vox Populi pediu que os entrevistados dessem notas de 1 a 10 neste quesito aos meios de comunicação listados. Resultado: o rádio pulou para o primeiro lugar, com média 8,21. Em seguida, estão sites de notícias e blogs jornalísticos (8,2), TV (8,12), jornais online (8,03), jornais impressos (7,99), revistas impressas (7,79), redes sociais (7,74) e revistas online (7,67).

Como as notas médias variaram apenas meio ponto percentual, pode-se concluir que não há crise de credibilidade nos veículos de comunicação brasileiros - pelo menos na avaliação do público.

O economista Luis Contreras, consultor do Grupo Máquina e coordenador da pesquisa, foi surpreendido pelo fato de as redes sociais, embora um fenômeno recente, já desfrutarem de credibilidade similar aos demais meios. "Entre os usuários dessa nova mídia, 40% consideram-na como de credibilidade muito alta. Isso nos mostra claramente que não podemos ignorar o poder das redes sociais na formação de opinião", frisa.

Ednilson Machado, sócio-diretor do Grupo Máquina, acrescenta que a pesquisa aponta uma tendência das pessoas se informarem pelas redes sociais, até então vistas mais como plataformas de relacionamento. "Isso faz da internet um ambiente ainda mais promissor. Como as redes sociais demandam muito tempo de interação, acabam sendo um veículo mais próximo das pessoas", avalia.

Como a tradicional mídia eletrônica representada pela TV e pelo rádio se saiu bem na pesquisa, o dado negativo foi mesmo a menor relevância de jornais e revistas impressos. "A internet já tem praticamente o dobro de citações como principal meio de informação em comparação aos jornais impressos, que tradicionalmente são considerados de mais credibilidade entre os formadores de opinião", salienta Machado.

A avaliação pública expressa pela pesquisa contrasta com o resultado de uma consulta feita no ano passado pelo próprio Grupo Máquina a 600 formadores de opinião. Perguntados sobre quais suas fontes de informação, mais da metade (53%) citou a mídia impressa (jornais e revistas), deixando a TV com menos de 10%. Na ocasião, a internet já aparecia bem colocada, com aproximadamente 30% das citações.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Internet no Brasil cresceu 10% no mês de julho Número de usuários ativos chegou a 36,4 milhões no trabalho e em residências; o acesso em todos os ambi

No mês de julho de 2009, 36,4 milhões de pessoas usaram a internet no trabalho ou em residências, o que significa um crescimento de 10% sobre os 33,2 milhões registrados no mês de junho. O tempo médio de uso continuou crescendo e atingiu as marcas de 71 horas e 30 minutos de tempo total, incluindo aplicativos, e de 48 horas e 26 minutos, considerando somente navegação em páginas. O número de pessoas com acesso à internet em casa ou no trabalho é de 44,5 milhões.

Tempo de navegação por pessoa, número de usuários ativos e número de pessoas com acesso – internet no trabalho e em domicílios, Brasil – junho e julho/2009

junho/2009 julho/2009
Tempo de navegação por usuário (hh:mm) 44:59 48:26
Tempo total por usuário (hh:mm)* 69:55* 71:30
Número de usuários ativos (000) 33.166 36.449
Número de pessoas com acesso (000) 44.452 44.452

Fonte: IBOPE Nielsen Online


*Além da navegação em páginas, inclui o tempo gasto em aplicativos on-line, como messengers, tocadores de música, programas de download, de voz sobre IP, entre outros.

Entre os internautas residenciais, o número de usuários ativos chegou a 27,5 milhões de pessoas, um crescimento de 7,4% em relação aos 25,6 milhões do mês anterior e de 16% sobre os 23,7 milhões de julho de 2008. O tempo de navegação em residências em julho cresceu 9% sobre junho e 21% sobre julho de 2008, e atingiu a marca inédita de 30 horas e 13 minutos por pessoa. O número de pessoas que moram em domicílios em que há a presença de computador com internet é de 40,2 milhões.

Tempo de navegação por pessoa, número de usuários ativos e número de pessoas com acesso – internet em domicílios, Brasil – junho e julho/2009

junho/2009 julho/2009
Tempo de navegação por usuário (hh:mm) 27:48 30:13
Tempo total por usuário (hh:mm) 39:18 41:14
Número de usuários ativos (000) 25.000 27.501
Número de pessoas com acesso (000) 40.164 40.164

Fonte: IBOPE Nielsen Online

Considerando os brasileiros de 16 anos ou mais de idade com posse de telefone fixo ou móvel, o IBOPE passou a indicar a existência de 64,8 milhões de pessoas com acesso à internet em qualquer ambiente (residências, trabalho, escolas, lan-houses, bibliotecas e telecentros).
Na navegação no trabalho e em residências, as categorias com maior crescimento proporcional do número de usuários em julho na comparação com junho foram Viagens e Turismo, com evolução de 17,3%, Automotivo, com aumento de 16,8%, e Casa e Moda, com crescimento mensal de 15,7%.


Número de usuários ativos e número de pessoas com acesso, por ambiente, Brasil – em milhões




Fonte: IBOPE Nielsen Online

*O número de pessoas com acesso em todos os ambientes, de 64,8 milhões, considera brasileiros com 16 anos ou mais de idade e refere-se ao segundo trimestre de 2009 (no primeiro trimestre, eram 62,3 milhões)
Em tempo de navegação por pessoa, as categorias que mais cresceram foram Entretenimento, com 13,3%, Buscadores, Portais e Comunidades, com 10,8%, e Telecomunicações e Serviços de Internet, com 9,5%. “Sites de redes sociais, de comunicação e de entretenimento foram os que mais contribuíram para o crescimento do tempo médio de uso do internauta brasileiro no mês de julho”, informou José Calazans, analista do IBOPE Nielsen Online.

Tempo de navegação por pessoa* (hh:mm:ss) – internet no trabalho e em domicílios, Brasil e nove países – julho/2009

Tempo de uso total Navegação em páginas


Tempo de uso total Navegação em páginas
Brasil 71:30:42 48:26:07
Estados Unidos 67:33:37 42:19:14
Reino Unido 59:56:30 36:30:59
França 58:19:24 33:22:32
Japão 66:55:02 31:55:14
Espanha 53:09:34 31:45:32
Alemanha 55:35:25 30:25:01
Itália 45:50:39 28:15:37
Austrália 42:15:22 23:45:15
Suíça 32:27:28 18:10:09
Fonte: IBOPE Nielsen Online

*O tempo de uso total inclui o tempo gasto em aplicativos on-line, como messengers, tocadores de música, programas de download e voz sobre IP, entre outros; na Suíça, a medição é feita apenas em residências; os dados da Austrália referem-se ao mês de junho

“A subcategoria com maior tempo médio, Mensagens Instantâneas, chegou a 7 horas e 49 minutos por pessoa, ao crescer 8% em julho, seguida por Comunidades, em que se classificam as redes sociais, que chegou a 4 horas e 57 minutos por pessoa, com crescimento de 15% no mês”, disse José Calazans.
Entre os dez países em que é realizada a pesquisa, o Brasil continua com o maior tempo por usuário, tanto na navegação em páginas quanto no tempo total, incluindo programas on-line.

Sobre o IBOPE Nielsen Online
O IBOPE Nielsen Online é uma joint-venture entre o IBOPE e a Nielsen Online, líder mundial em mensuração do comportamento dos usuários da internet. A empresa está presente em dez países, por meio do maior painel de internautas do mercado, com mais de 200 mil colaboradores (16.240 no Brasil, em julho). Por meio de uma tecnologia proprietária, é capaz de medir o comportamento dos usuários, bem como a atividade publicitária online, e fornecer dados sobre a internet mundial. Mais informações em www.ibope.com.br.

Sobre o IBOPE
Multinacional brasileira de capital privado, o IBOPE é uma das maiores empresas de pesquisa de mercado da América Latina fornecendo há mais de 65 anos um amplo conjunto de informações e estudos sobre os mais variados temas, como mídia, opinião pública, intenção de voto, consumo, marca, comportamento e mercado. O Grupo, que ocupa atualmente a 18ª posição entre as 25 maiores empresas de pesquisa do mundo (segundo o hanking Honomichl Top 25 Global Research Organization), é composto por duas grandes empresas, IBOPE Media e IBOPE Inteligência, além de possuir participação acionária importante na Millward Brown do Brasil. Em 2000, o IBOPE criou o Instituto Paulo Montenegro, organização sem fins lucrativos que atua de maneira focada e com prioridade definida no campo da educação. O Instituto desenvolve e dissemina projetos que têm como base o know-how em pesquisa das empresas do Grupo e a credibilidade conquistada ao longo do tempo.

Com ação de incentivo do governo esses números podem ser maiores isso é o que espera o governador José Serraa partir de parceria com a Telefônica, segue abaixo materia completa sobre o assunto.

O governo de São Paulo lançou nesta quinta-feira (15), em parceria com a Telefônica, o Programa Banda Larga Popular, que permitirá acesso rápido à Internet por R$ 29,80 mensais, ante R$ 50 cobrados atualmente em pacotes similares.
O mercado potencial, segundo o governador José Serra, abrange 2,5 milhões de residências. Desse universo, cerca de 690 mil casas possuem computador sem Internet e o restante tem conexão discada.
"Pelo menos metade, é a nossa estimativa, vai se integrar à banda larga subsidiada", disse Serra durante assinatura do decreto criando o programa, durante a feira de telecomunicações Futurecom.
Considerando 1,25 milhão de adesões ao programa, a receita anual estimada com a banda larga popular seria de quase R$ 450 milhões para os prestadores do serviço.
O governo paulista está reduzindo de 25% para zero o ICMS cobrado do serviço no âmbito do programa. Ao mesmo tempo, a Telefônica se dispôs a reduzir o preço da banda larga oferecida dentro do plano para se chegar a um desconto total de cerca de 40% no valor cobrado do usuário final.
O cliente do pacote popular terá direito a um modem, instalação e serviços de provedor de Internet com velocidade mínima de 200 Kbps e máxima de 1 Mbps.
Serra disse que outras empresas poderão se juntar ao projeto, que por enquanto tem Telefônica como única parceira.
A arrecadação do governo de São Paulo com o ICMS cobrado do serviço de banda lar

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Publicitários acham que redes sociais terão mais impacto sobre internautas

Por mais que a publicidade via e-mail seja o meio mais rentável de propaganda, os publicitários estão passando a prestar cada vez mais atenção às redes sociais. Segundo pesquisa da consultoria Alterian, 27% dos profissionais de marketing acreditam que, do ano passado até hoje, a publicidade em mídias sociais tem afetado mais o internauta do que nos tradicionais meios de comunicação, enquanto 48% acham que esse efeito só aparecerá no ano que vem.

Segundo a Alterian, esse movimento fará com que as redes sociais recebam, nos próximos 12 meses, seu maior volume de investimentos da história, colocando os e-mails em segundo lugar.

Os "marketeiros" acreditam que as mídias sociais representam uma transformação na forma de abordagem para se fazer propaganda, e por isso 60% deles acham que é preciso encontrar novas formas e técnicas para se anunciar nesses meios.

Mike Fisher, vice-presidente de vendas e marketing da Alterian, acredita que o número de adeptos que os sites de relacionamentos têm mostra que as empresas precisam urgentemente começar a tratar seus clientes como indivíduos e não partes de um todo. Ele alerta que diálogos virtuais podem se espalhar em segundos e fazer uma imagem positiva ou negativa de uma companhia, em segundos, e por isso as empresas precisam restabelecer formas de estreitar o contato com os clientes.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Mídia

Justus começa atrair patrocinadores ao SBT

Antes mesmo de estrear na telinha do SBT, o publicitário e presidente do Grupo Newcomm, Roberto Justus, já começa a agitar as cifras da casa. O Banco Bradesco já garantiu a primeira cota de patrocínio para vincular a sua marca no novo programa "Um Contra Cem", que estreia no próximo dia 16 de setembro, às 22h30.

Além do Bradesco, outro anunciante já está em fase final de negociação para adquirir mais uma cota de patrocínio. No total, o SBT colocou à venda três cotas, por um preço de tabela de R$ 17,5 milhões. Uma cota de patrocínio local também foi colocada à disposição do mercado. Além disso, o programa também permitirá a inclusão de ações de merchandising a cada episódio.

O valor das cotas de patrocínio oferecidas pelo SBT estão bem próximos do patamar estabelecido pelo departamento comercial da Rede Record, quando Justus comandava a atração "O Aprendiz". Na edição de 2008, a Record comercializou quatro cotas, no valor médio de R$ 20 milhões cada.

Os detalhes acerca da mecânica e do estilo da atração serão revelados na próxima quarta-feira, 9, em coletiva de imprensa promovida pelo SBT. Até o momento, sabe-se que o "Um Contra Cem" será uma espécie de desafio de inteligência e que a temporada terá uma duração de 18 semanas.

Embora os demais cotistas que estariam próximos de fechar um acordo com o SBT ainda não tenham sido revelados, há grandes chances de outros clientes da agência Young & Rubican, além do Bradesco, aparecerem na atração. Na edição deste ano de "O Aprendiz", a última comandada pelo publicitário, participaram como patrocinadores máster a Fiat, a Sky, a Sanoffi-Aventis e a Vivo (está última também tem parte de sua conta atendida pela Y&R)

Fonte Meio Mensagem online

Tematica do novo game do SBT.
O programa “1 contra 100”, apresentado por Roberto Justus, é um emocionante jogo de perguntas e respostas em que um participante enfrenta cem oponentes para provar que sabe mais que todos eles e ganhar um milhão de reais em barras de ouro.

A competição exige dos participantes inteligência, coragem e sangue frio.

Nesse game show, Roberto Justus fará perguntas sobre os mais variados assuntos e tanto o participante principal como os oponentes terão que respondê-las corretamente.

Além de acertar a resposta, o participante principal deve torcer para que seus oponentes errem e deixem o jogo, porque quanto mais eliminados, mais dinheiro ele pode acumular.

Para ganhar o prêmio máximo, ele deve eliminar todos os cem oponentes.

Se o participante principal erra, vê tudo o que acumulou ser dividido entre aqueles que acertaram a resposta.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Redes Sociais segue com forte crescimento.

Abaixo segue informações muito interessantes sobre a audiência online nos EUA, Já no Brasil após o IVC liberar seus primeiros relatórios com dados sobre audiência online no país. Pode ser que mostre a força das redes sociais no mix de marketing aqui também no Brasil.
Mais de 20% de toda a audiência de publicidade on-line nos Estados Unidos (EUA) em junho vem de redes sociais. De acordo com pesquisa da comScore, o MySpace e o Facebook, juntos, já representam cerca de 80% dos banners veiculados em sites de relacionamento.

No mês de junho, foram realizados 326,89 bilhões de clicks em anúncios na web nos EUA, sendo que as redes sociais responderam 68,9 bilhões. O MySpace foi o líder em audiência, com 30 bilhões de impressões sobre os anúncios veículados em suas páginas, seguido pelo Facebook, com 26,8 bilhões.

Segundo o relatório, a empresa que mais anunciou em redes sociais foi a operadora de telefonia celular AT&T, atingindo mais de dois bilhões de anúncios.

Jeff Hacket, vice-presidente sênior da comScore, considera que o relatório mostra como as redes sociais têm se tornado cada vez mais a maior fonte de atividades de internet. Na visão de Hacket, é importante que as empresas prestem atenção nos sites de relacionamento, porque elas atingem um público muito maior do que os sites normais, e apresentam custos menores para os anunciantes. O analista acredita que as redes sociais são a mais nova principal forma de publicidade on-line.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Circulação das revistas semanais cresce 5,6%. Segundo dados do IVC.

Conteúdo televisivo impulsiona crescimento na circulação de revistas populares:
Cresceu 5,6% a circulação das revistas semanais no primeiro semestre, considerando os 24 títulos auditados pelo IVC nos seis meses iniciais de 2008 e 2009. A alta foi sustentada pelo interesse dos leitores por novelas, bastidores da televisão e vida das celebridades.

O melhor desempenho foi novamente dos títulos populares, que avançaram 16%, puxados pela líder Ana Maria, com crescimento igual à média desse nicho: 16%, com média de 219.514 exemplares por semana embora este seja o único título de toda a lista de semanais que ainda não consolidou seus números de junho de 2009.

Também foram bem os seis títulos que vêm a seguir no ranking de populares: Viva Mais (22%, atingindo média de 213.618), Tititi (13%, chegando a 139.394), Malu (17%, com média de 120.762), Minha Novela (14%, marcando 114.705), TV Novelas (66%, atingindo 69.116) e Sou+Eu (26%, com 58.972). TV Brasil (-4%), Guia da TV (-5%) e Conta Mais (-2%) foram os três únicos títulos populares que perderam circulação.

A circulação das revistas de celebridades aumentou 6% no primeiro semestre, com a líder Caras avançando 9% e atingindo circulação média semanal de 312.056 exemplares. Contigo, com média de 147.476, e Quem, com 90.277, avançaram 4% cada. E a IstoÉ Gente caiu 3,5%, chegando a 57.669.

O segmento das informativas, que continua liderando o mercado de semanais, manteve-se estável, com oscilação negativa de 0,1%. A líder Veja cresceu 0,2%, atingindo média semanal de 1.097.481 exemplares. Época cresceu 1,5% (417.789), IstoÉ encolheu 4% (338.549) e Carta Capital avançou 10% (33.010).

Entre os títulos semanais ainda estão a infantil Recreio, que cresceu 29%, atingindo média semanal de 124.076 exemplares; e a econômica IstoÉ Dinheiro, cuja circulação diminuiu 7%, chegando a 64.696.

Nesse nicho, a descontinuação da Revista da Semana, ainda considerada no cálculo geral do primeiro semestre, tira do mercado uma média de 42 mil exemplares semanais.

A informação é da coluna Em Pauta da edição 1.374 de Meio & Mensagem, que circula com data de 31 de agosto de 2009.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Números do Projeto Inter-Meios mostram que os veículos arrecadaram R$ 9,6 bilhões com venda de espaço publicitário. Com crescimento de 1%.

O faturamento publicitário dos veículos de comunicação ficou praticamente estável no primeiro semestre de 2009, segundo os resultados do Projeto Inter-Meios. Em conjunto, a mídia brasileira faturou R$ 9,67 bilhões nos seis primeiros meses do ano, contra R$ 9,57 bilhões do mesmo período do ano passado, resultando num aumento nominal de 1%. O meio que registrou o maior índice de crescimento foi a internet, com 22,8% (R$ 394,5 milhões em valor), seguida da mídia exterior, com 12,4% (R$ 300,1 milhões).

A TV aberta, por seu turno, ampliou sua participação no total das verbas publicitárias, chegando a 60,2% (equivalente a R$ 5,8 bilhões). O crescimento do meio foi da ordem de 3,9%.
Também tiveram desempenho positivo os meios TV por assinatura, com 4,8% (faturamento de R$ 327,1 milhões) e rádio, com 6,2% (R$ 441 milhões). Na contramão do mercado, os jornais registraram queda expressiva de 10% no faturamento publicitário (R$ 1,48 bilhão), bem como as revistas, com recuo de 8,7% (R$ 696 milhões) e o cinema, com -5,4% (R$ 32,2 milhões). A maior retração foi verificada no segmento de Guias e Listas, -16,7% (R$ 171,6 milhões).

A expectativa de executivos de mídia é de recuperação neste segundo semestre, de tal forma que o mercado publicitário feche o ano com crescimento nominal de 3%. Os resultados detalhados podem ser acessados no site www.projetointermeios.com.br.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Conexão a internet de barda larga e TV por assinatura através da rede elétrica

Agora pensa!!! Em um futuro próximo vamos poder ter conexão a internet de barda larga e TV por assinatura através da rede elétrica. É isso que diz essa matéria:

Aneel aprova regulamentação da banda larga pela rede elétrica

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira, 25, o regulamento que permite a utilização da rede de energia elétrica para a transmissão de internet em banda larga. Com o sistema, conhecido como PLC (do inglês, Power Line Communications), as tomadas residenciais passam a ser pontos de rede, quando conectadas a um modem.

A Aneel estabeleceu que o uso dessa tecnologia não poderá comprometer a qualidade do fornecimento de energia elétrica para os consumidores e, se houver necessidade de investimento na rede, o custo será de responsabilidade da empresa de telecomunicações. As redes também poderão ser utilizadas para levar TV por assinatura aos consumidores.

Segundo o regulamento aprovado nesta terça, as concessionárias de energia deverão criar uma subsidiária para oferecer o serviço. A agência também prevê que as receitas obtidas pelas concessionárias de energia com o aluguel dos fios para as empresas de internet serão revertidas para a redução das tarifas de energia elétrica aos consumidores.

A Aneel garante que o emprego da tecnologia vai permitir novos usos para as redes de distribuição de energia elétrica, sem que haja necessidade de expansão ou adequação da infraestrutura já existente.

O acesso à internet em banda larga por meio da rede elétrica já tinha sido aprovado pelo conselho diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e foi submetido à consulta pública pela Aneel por 90 dias. As informações são da Agência Brasil

sábado, 22 de agosto de 2009

Acesso à internet cresce 10%.

Pesquisa realizada pelo IBOPE indica que o número de usuários chegou a 36,4 milhões, tanto nas residências quanto
no trabalho.
A pesquisa realizada pelo IBOPE Nielsen Online, no mês de julho de 2009, aponta que 36,4 milhões de pessoas usaram a internet no trabalho ou em residências. O resultado apresentado significa um crescimento de 10% sobre os 33,2 milhões registrados no mês de junho. Confira essa matéria na íntegra.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Pesquisa Sobre Tecnologia VOIP.

Olá, Caros amigos internautas estou perto do término do curso de Comunicação e nós da agência experimental XeQue Comunicação estamos tendo uma velha dificuldade, a mesma que todos os alunos ao concluírem os diversos curso oferecidos pelas instituição de ensino superior com pouca infra-estrutura enfrentam a falta de dados para conclusão do projeto (TCC).
Por tal motivo solicito a sua colaboração:

Estamos realizando uma pesquisa sobre o serviço Voip (Voz sobre IP)

Ficaríamos agradecidos se você dedicasse alguns instantes para completá-la. Não lhe tomará mais de 5 minutos.

Por favor, clique Aqui para acessar a Pesquisa.



Obrigado pela participação.

(Grupo Xeque Comunicação)

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Mídia. AlmapBBDO assina curta-metragem voltado para internet para divulgar a chegada do Eos. Esportivo da VW.

Acompanhei esta matéria no site do meio mensagem muito interessante!
"The Open Cage", desenvolvido especialmente para veiculação na web, apresenta o Eos, novo modelo da montadora no País.

A AlmapBBDO assina um curta-metragem voltado para internet para divulgar a chegada do Eos, novo coupé conversível da Volkswagen no Brasil. O filme com três minutos de duração, intitulado "The Open Cage" e produzido pela Spray Filmes, relata a história de uma mulher que dirige seu veículo por uma estrada cheia de obstáculos, seguida por passarinhos.

O vídeo é dirigido por Fernando Gronstein Andrade, com criação de Luciana Haguiara e Nathalia Resende. Marcello Serpa e Sergio Mugnaini assinam a direção de criação.

O internauta, ao acessar o site, pode acompanhar o passeio por diversas visões, inclusive do ângulo aéreo. O usuário também pode interagir com a peça, pois as teclas do computador auxiliam a personagem a se desvencilhar dos pássaros.

Além disso, o projeto de mídia conta ainda com ações na internet e dois anúncios na mídia impressa: um de página tripla e outro de página dupla, com veiculação em revistas do segmento top. Uma das peças é em parceria com O Boticário, tanto que traz, no anúncio, um sache com protetor solar no lugar do teto do carro. Quando o consumidor retira o produto, aparece o texto: "Protetor solar. Único item de segurança que não vem no Eos".

Com a assinatura: "Redescubra seus sentidos", a campanha é dirigida aos consumidores entre 30 e 50 anos, que buscam exclusividade e prazer em dirigir. O modelo tem como principais diferenciais o design moderno, a capota rígida de cinco partes com teto solar integrado, potência de 2.0 FSI turbo de 200 cv, transmissão automática de seis velocidade e faróis bixênon direcionais. Assinam os anúncios Cesar Herzkowicz e Marco Monteiro, tendo direção de criação de Dulcídio Caldeira e Luiz Sanches.

sábado, 8 de agosto de 2009

Mídia

Em ação idealizada pela agência Pepper, consumidoras poderão usar mensagens de SMS para receber amostra grátis do produto.

Para chamar a atenção das mulheres de uma forma inusitada e mostrar como é possível sentir-se mais segura e protegida em diversos momentos do dia, a marca de protetores diários Carefree realiza uma ação que mescla mídia indoor com tecnologia SMS em alguns bares da cidade de São Paulo.

Idealizada pela Pepper, a estratégia consiste na instalação de sampling machines nos banheiros femininos dos bares Maevva, Devassa e José Menino. Próximo da entrada dos locais, algumas placas, folders e adesivos com a frase "Se for ao banheiro, leve seu celular", chama a atenção para o que irá acontecer no ambiente interno do banheiro. Diante da máquina, a consumidora poderá enviar uma mensagem, via SMS, para o número indicado e receber, na hora, uma amostra grátis do Carefree. A ideia é utilizar a interação tecnológica para mostrar como o produto pode auxiliar as mulheres em diferentes momentos.

Além das amostrar do protetor diário, agência também preparou um outro tipo de ação indoor nos banheiros feminino dos bares Prainha Paulista e Casa do Espeto. Diversos espelhos interativos foram instalados nesses locais e, ao olhar a sua imagem refletida, as mulheres irão se deparar com uma aboboro, indicando que aquela pessoa perdeu o encanto. Junto com o espelho estarão uma série de dicas da Carefree para os cuidados íntimos e a higiene feminina. As ações serão realizadas até o próximo dia 14 de agosto.
Ações de mídia muito inovadoras e criativas! Gostei.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Emurb fará audiência para definir novos relógios de rua

Intenção do órgão é receber propostas sobre o design dos equipamentos da nova licitação; convocação será publicada até segunda-feira, 10, no Diário Oficial; prefeitura também fará licitação para abrigos de pontos de ônibus

Enquanto acerta os últimos detalhes para a publicação do edital de licitação para a exploração dos relógios de rua de São Paulo, a Empresa Municipal de Urbanização (Emurb) pretende publicar até segunda-feira, 10, no Diário Oficial, uma convocação de audiência pública para discutir sugestões para os novos equipamentos.

"A proposta é que o design do relógio seja aberto. O desenho é o mais importante, assim como a inserção da peça na paisagem da cidade", comenta Regina Monteiro, diretora da Emurb. Além de indicar hora, temperatura e nível de poluição, a nova licitação prevê que os equipmanetos exibam informações úteis sobre trânsito, como acidentes e pontos de alagameto, e tenham câmeras de segurança.

A previsão é que a licitação seja publicada após a audiência pública. O contrato em vigor, mantido com o consórcio Publicrono, se encerraria em 2007, mas foi prorrogado por duas vezes pelo período de um ano para que os equipamentos não ficassem desligados. Atualmente a empresa cuida de 330 unidades, pagando R$ 700 por mês por cada unidade para a prefeitura. Pelos planos da Emurb, 1 mil novos relógios serão instalados na cidade.

Pontos de ônibus
O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, também decidiu liberar os abrigos de pontos de ônibus para a inserção de anúncios publicitários. A licitação para a comercialização desses espaços deverá ser aberta no próximo mês de setembro. Ao todo, a prefeitura pretende negociar os espaços de 8.800 abrigos de pontos de ônibus da capital paulista.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Boas estimativas de investimentos em mídia para "o dia dos pais".

Dados interessantes
O Dia dos Pais 2009 (que será comemorado no próximo dia 9) está movimentando o consumo e vem aquecendo a mídia e o marketing promocional. Há campanhas de todos os segmentos de marcas, como operadoras de celulares, shoppings (anunciantes mais frequentes em datas promocionais), marcas de roupas, de perfumes e varejo em geral, além de muita promoção. A boa notícia é que, mesmo em tempos de crise mundial, os brasileiros pretendem gastar 16% a mais para presentear os pais. Pesquisa da Ipsos encomendada pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP), sobre intenção de compras para o Dia dos Pais, revela que o valor médio do presente este ano deve ficar em torno de R$ 70, contra R$ 60 em 2008. “É uma data de presentinhos e a crise é de crédito. Tanto que para as pessoas não se comprometerem com compras a prazo, a pesquisa revelou que a maioria das compras será à vista. O varejo vai se beneficiar”, avaliou Emilio Alfieri, economista da ACSP.O Dia dos Pais é considerado a quarta data mais importante para o comércio. Mesmo assim, somente 40% dos brasileiros costumam presentear os pais. A Ipsos entrevistou mil pessoas em todo o País. Segundo a pesquisa, os presentes mais cobiçados são: roupas e calçados (56%); CDs (8%); perfumes e joias (8%); telefone celular (5%), relógios (5%); DVDs (3%); livros (3%); outros (12%).

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Microsoft e Yahoo finalmente fecham parceria.

Depois de mais um ano de sondagens e de tentativas de negociação, a Microsoft e o Yahoo finalmente decidiram unir forças para fortalecer suas marcas no mercado da web. As companhias anunciaram nesta quarta-feira, 29, um acordo de parceria para as áreas de publicidade e buscas pelos próximos dez anos.
Embora os detalhes do acordo não tenham sido revelados pelas duas companhias, a parceria das duas marcas estará alicerçada no Bing - o novo buscador, lançado no último mês de maio pela Microsoft. Com o acordo, o novo buscador incorporaria a sua tecnologia no sistema de buscas do Yahoo. Em contrapartida, a Microsoft aproveitaria a força de mercado do Yahoo, deixando a empresa administrar todas as negociações publicitárias para os dois sistemas de buscas.
A batida do martelo entre as duas companhias pode significar o surgimento de um concorrente mais forte no universo das buscas, até então dominado pelo Google, que detém 65% do mercado mundial. A expectativa é de que, em breve, as duas companhias detalhem os planos e investimentos que compreendem a parceria.

Antes da confirmação da associação, o mercado já previa que o Bing funcionaria como plataforma de apoio para a união dos interesses das duas companhias. Caso as marcas confirmem o acordo, o Bing passará a ser o buscador padrão do Yahoo - que é detentor de 19,6% do mercado de buscas nos Estados Unidos.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Mídia

Dados sobre faturamento dos meios fonte Propmark.

Com um faturamento bruto de R$ 15,042 bilhões, o meio televisão mantém a liderança dos investimentos em mídia no Brasil. O volume contabiliza as PIs (Pedidos de Inserção) do primeiro semestre de 2009. A participação das emissoras cresceu para 54%, contra 50% do mesmo período do ano passado, quando foi registrado R$ 13,378 bilhões. O crescimento das TVs foi 12%. A internet teve o maior crescimento entre os canais de mídia: 21%. O faturamento da web foi de R$ 784,6 milhões nos primeiros seis meses de 2009, contra R$ 649,3 milhões do primeiro semestre do ano passado. A executiva Dora Câmara, diretora do Ibope Monitor, instituto que faz a medição de compra de mídia no País com base nos preços cheios da tabela dos veículos de comunicação, sem descontos e negociações, explica que os dados de internet ainda vão sofrer alteração para atender demanda do mercado. "Vamos trabalhar junto com o Grupo de Mídia e outras entidades para ajustar a forma de valoração desse meio que começou a ser pesquisado este ano, mas que vem sendo monitorado desde 2008. A variação, porém, não será muito grande, para mais ou para menos", explicou Dora. A internet assegurou 3% de market share, superando a mídia cinema - que aparece com 1% de presença nos investimentos em mídia - com R$ 177,1 milhões no período, contra R$ 170,7 milhões do ano passado. Os jornais mantêm a 2ª posição com, R$ 6,3 bilhões de faturamento, mas tiveram 3% de queda de participação de mercado sobre 2008, quando tinham 26% e anotaram R$ 6,9 bilhões. As revistas mantêm share de 8%, neste ano com R$ 2,262 bilhões contra R$ 2,243 bilhões em relação ao período de janeiro a junho do ano passado. Os mesmos 8% de participação têm as TVs pagas nos primeiros semestres de 2008 e 2009, este ano com R$ 2,199 bilhões. O rádio elevou participação para 5% com faturamento de R$ 1,2 bilhão. O outdoor reduziu volume de recursos de R$ 32 milhões para R$ 26 milhões.Entre os anunciantes, as Casas Bahias permanecem na liderança do ranking do Ibope Monitor este ano, com R$ 1,48 bilhão no 1º semestre - enquanto no ano passado disponibilizou verba de R$ 1,407 bilhão. A Unilever está na 2ª posição, a mesma de 2008, agora com R$ 808,2 milhões, menor do que os R$ 874 milhões milhões do ano passado, queda que é explicada devido a redução de 32% das verbas de mídia da categoria de higiene e beleza. A AmBev, com um investimento de R$ 467,5 milhões, confirmou o 3º lugar, o mesmo de 2008 - quando as PIs do anunciante chegaram a R$ 311,8 milhões. A Caixa Econômica Federal passou para o 4º lugar, com R$ 409,3 milhões. No ano passado a CEF estava em 6º, com R$ 267,6 milhões. A Fiat manteve o 5º lugar, agora com R$ 371,5 milhões, mas no 1º semestre do ano passado a montadora registrou R$ 275,2 milhões. A Hyundai, que ano passado teve verba de R$ 187,4 milhões e ocupava a 15ª posição do ranking do Ibope, passou para o 6º lugar com investimento bruto de R$ 258,2 milhões. A TIM também teve crescimento vertical: saltou da 27ª posição no ano passado, com uma verba de R$ 125,1 milhões, para a 7ª, com R$ 255,6 milhões.A praça de São Paulo concentrou o maior investimento publicitário do País com 30% de share e R$ 8,3 bilhões, contra R$ 8 bilhões e o mesmo volume de participação de mercado no ano passado. A rubrica nacional que envolve revistas, TVs por assinatura e internet, contabilizou R$ 4,9 bilhões e 18% de share. Com participação de 13%, o Rio de Janeiro é o 3º colocado, com R$ 3,6 bilhões. A praça de Vitória, que passou a ser pesquisada este ano, não só os investimentos publicitários, mas também a quantidade de GRPs (Gross Rating Points), tem 1% de share e R$ 316 milhões de faturamento."Há queda de 2% no setor financeiro e de 44% no imobiliário. A indústria farmacêutica teve elevação de 39%, com destaque para medicamentos para dor, que tiveram 71% mais investimentos no período, e para gripe, com 56%, nesse caso atribuo a elevação à gripe suína. Nos serviços ao consumidor, a telefonia aumentou em 136% os investimentos e saúde 32%. A campanhas públicas registram 54% de aumento de verbas. Como há um crescimento de 6% no semestre, quando o cenário era pessimista, acredito que até dezembro o mercado vai manter ou até até subir as previsões", finalizou Dora.

Paulo Macedo

Twitter lança guia para empresários com dicas e as principais vantagens que organizações podem obter com o devido uso do microblog.

Twitter lança um hot site com um guia (em inglês) para orientar empresas interessadas em participar do microblog e tirar proveito do popular serviço. A decisão de criar um guia para empresários veio após o resultado do estudo feito pela Harris Interactive que ouviu diversos profissionais de marketing e apontou que 55% deles não conheciam o site ou pensavam que ele não era útil para suas companhias.
Diz o guia que uma das principais vantagens do Twitter é dar a chance para a companhia se comunicar de modo casual com o consumidor. Segundo o Twitter 101, o microblog representa uma oportunidade de a marca usar os termos empregados pelo cliente final, criando um relacionamento amigável, o que seria mais difícil de se conseguir em outros meios.
acompanhe as dicas do Twitter 101. (Inglês)

terça-feira, 21 de julho de 2009

Oitava edição da pesquisa Marcas de Confiança, realizada pelo Ibope Inteligência. Aponta Roberto Justus como Publicitário mais confiável do Brasil.

Segundo resultado da oitava edição da pesquisa Marcas de Confiança, realizada pelo Ibope Inteligência com uma amostra de 1.500 entrevistados, leitores da revista Seleções aponta Roberto Justus, presidente do Grupo Newcomm e da Y&R, como o publicitário mais confiável do Brasil.
Segundo colocado em 2008, Justus contou com a indicação estimulada de 50% dos ouvidos, sendo seguido por Nizan Guanaes (44%), Eduardo Fischer (39%), Celso Loducca (38%) e Marcello Serpa (37%).
Em todas as três edições anteriores, desde que a categoria foi incluída na pesquisa, em 2006, o vencedor foi Washington Olivetto, agora considerado hors-concours e incluído no novo Hall da Confiança. Os demais hour-concours, que também já venceram três vezes em suas áreas, são os cantores Roberto Carlos e Milton Nascimento, a atriz Fernanda Montenegro, o apresentador Jô Soares, o escritor Luis Fernando Veríssimo, e o empresário Antonio Ermírio de Moraes.

Esses resultados tem ligação direta a exposição de cada candidato na mídia de massa como o grande Washington Olivetto vencedor de diversos leões de ouro em cannes e Roberto Justus com forte presença na mídia com seu reality show “O Aprendiz”.

Confira, a seguir, o resultado completo da pesquisa Marcas de Confiança 2009:

Marca mais confiável, independente da categoria: Nestlé (18%)
Marca mais socialmente responsável: Petrobras (14%) e Natura (13%)

Categorias:
Automóvel: Chevrolet (24%) e Fiat (24%)
Eletrodomésticos: Brastemp (54%)
Aparelhos eletrônicos: Sony (36%)
Telefone celular: Nokia (43%)
Computador: Dell (22%)
Banco: Banco do Brasil (34%)
Cartão de crédito: Visa (60%)
Previdência privada: Bradesco (22%) e BrasilPrev (19%)
Companhia de seguro: Porto Seguro (25%)
Assistência médica: Unimed (53%)
Companhia aérea: TAM (48%)
Provedor de internet: UOL (24%)
Operadora de telefonia móvel: Vivo (34%)
Operadora de telefonia fixa: Oi (43%)
Vitamina: Centrum (12%)
Analgésico: Dorflex (15%), Anador (14%) e Tylenol (13%)
Creme dental: Colgate (59%)
Sabonete: Dove (28%) e Lux (24%)
Shampoo/Condicionador: Seda (26%)
Maquiagem: Avon (36%)
Creme para pele: Natura (27%)
Protetor solar: Sundown (37%)
Tintura para cabelo: Imédia Excellence L?Oreal (23%)
Absorvente: Sempre Livre (35%)
Sabão em pó: Omo (80%)
Detergente líquido para louças: Ypê (45%)
Óleo comestível: Liza (31%)
Margarina: Qualy (33%)
Suco concentrado ou pronto: Maguary (21%) e Ades (19%)
Café: Melitta (18%) e Pilão (18%)
Adoçante: Zero Cal (46%)
Refrigerante: Coca Cola (57%)
Chocolate: Nestlé (44%)
Sorvete: Kibon (76%)
Iogurte/Bebida láctea: Danone (31%)
Cereal matinal: Kellogg's (41%)
Ração para animais domésticos: Pedigree (26%)
Hipermercado: Extra (19%) e Carrefour (19%)
Bandeira de posto de gasolina: Petrobras (47%)
Tinta para pintura de parede: Suvinil (57%)
Cama, Mesa e Banho: Teka (35%)
Utensílios domésticos: Tramontina (37%)

Instituições, profissões e personalidades:
Instituições/Organizações do Brasil: Correios (85%)
Profissões: Bombeiros (97%)
Jornalistas: Ana Paula Padrão (85%)
Apresentadores: Marília Gabriela (76%) e Patrícia Poeta (76%)
Artistas: Tony Ramos (91%) e Lima Duarte (91%)
Cantores: Chico Buarque (80%)
Autores de Livro: Dráuzio Varella (89%)
Esportistas: Lars Grael (92%)
Executivos: Alessandro Carlucci, presidente da Natura (77%)
Publicitários: Roberto Justus, presidente do Grupo Newcomm (50%)
Outros: Deus (98%)

Rede social é palco escolhido pela MPM para estrear institucional da Ambev e atrair candidatos ao programa de trainee da companhia



Campanha institucional criado pela agência MPM Propaganda para Ambev terá plataforma inspirada nos jogos portáteis dos anos 80, para divulgar de forma interativa o programa de trainee. É o primeiro trabalho da agência presidida por Bia Aidar na conta institucional da multinacional desde que esta migrou da NovaS/B, há cerca de três meses.
Uma campanha na mídia impressa, com cinco modelos de anúncios para jornais e revistas, e banners na internet servirão também para chamar usuários a testar o jogo e visitar o portal dos trainees da Ambev, onde cinco deles terão um blog contando o dia a dia do trabalho na empresa. Todos aparecem com camisas em que as logomarcas das principais bebidas da companhia são trocadas por Sucesso (Skol), Oportunidades (Antarctica), Chance (Brahma), Carreira (Guaraná) e Futuro (Bohemia), mesma linha seguida nos anúncios impressos. Lembrando que o programa é destinado para maiores de 18 anos.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Semiótica um tema muito amplo e bem discutido na Net com vários pontos de vista aqui segue o meu!

Essa resenha sobre o livro “O QUE É SEMIÓTICA” de Lúcia santaella tem por objetivo analisar os pontos principais do estudo sobre semiótica do ponto de vista de um homem que se dedicou ao estudo da lógica, Charles Sanders Peirce, filho de Benjamim Peirce, na época um dos mais importantes matemáticos de Harvard.
Charles Sanders Peirce licenciou-se em ciências e doutorou-se em Química em Harvard. Ensinou filosofia nesta universidade e na Universidade de John Hopkins. Foi o fundador do Pragmatismo e da ciência dos signos, a semiótica. Antecipou muitas das problemáticas do Círculo de Viena.
Além dos títulos descritos, Peirce também era matemático, físico e astrônomo. Dentro das ciências culturais estudou particularmente
Linguística, Filologia e História, com contribuições também na área da Psicologia Experimental. Estudou praticamente todos os tipos de ciência em sua época, sendo também conhecedor de mais de dez idiomas.
Ao longo do desenrolar do texto, abordarei os principais tópicos do estudo da semiose de Pierce, aplicada a publicidade.

Palavras-Chaves: Lúcia santaella, Charles Sanders Peirce, O que é Semiótica, Publicidade.


Introdução
Semiótia do Grego “Semioké” ou a arte dos sinais, termo originário da palavra “Semion = Signo. O primeiro a chamar semiótica de “ciência dos signo”, foi o filosofo britânico John Locke (1632-1704).
Do século XVI aos dias de hoje surgiram inúmeros intelectuais adepto ao estudo da semiótica, mas Charles Sanders Peirce certamente é o nome melhor indicado para traduzir o termo Semiótica como a Ciência do signo.
Esse pensador americano nascido em Cambridge, 10 de setembro de 1839 e falecido a 19 de abril de 1914 em Milford, foi filósofo, cientista, matemático entre outras Disciplinas do saber, Pierce foi antes de tudo cientista, mas mais que isso um apaixonado pelo estudo da lógica, sendo esse interesse em estudar a lógica aplicada às ciências, para Peirce entender a lógica das ciências era entender seus métodos de raciocínio.
Peirce é conhecido pelas suas obras sobre lógica, filosofia da ciência, filosofia da linguagem e semiótica pragmática, nome que ele da a sua teoria no geral. A isso tudo damos o nome de semiótica filosofia da ciência.
Semiótica visão peirciana da lógica conhecida no geral como, Ciência/Teoria/ Doutrina ou simplesmente ponto de vista sendo esse ultimo o termo mais adequado para representar a palavra semiótica como forma de se olhar o mundo. Segundo Peirce vemos o mundo como objeto que nada mais é que uma representação, logo objeto são os signos. Nosso ponto de vista é como representamos os objetos, portanto é a percepção que o ser humano tem do mundo, que nada mais são que representações do real, mas que em sua essência não constitui o real. Damos a esse fato o nome de signo, pois reconhecemos o mundo através dos mesmos. Peirce divide o signo em três partes: representante, objeto e interpretante.
Percepção do signo
A primeiridade sendo o primeiro efeito é o primeiro tipo de parcialidade que percebemos (por que) nos não conseguimos perceber os inteiros. a qualidade distintiva do objeto. Sendo a categoria que dá à experiência a sua originalidade e liberdade a qualquer elemento segundo. Mas ao mesmo tempo, primeiridade é o componente do segundo.
A segundidade é o ato do existir, é aquilo que da a experiência. Ação e reação. Algo materializado. Finalmente terceridade é o que aproxima um primeiro e um segundo é o pensamento intelectual é o pensamento em signos através do qual interpretamos e representamos o mundo.

Jeito 1: representa a partir que eu penso, automaticamente ele é passado. Por tanto passa a ser jeito 2.
Jeito 2: Ação / Reação é causa efeito, é notar o que é visualizando pelo interpretante.
Jeito 3: É o reconhecimento do objeto a partir da minha memória ou minha percepção do mundo.
Ver algo como signo é ver esse algo terceiramente. Por tanto :
1.Primeridade. Sensação, Qualidade, Forma.
2.Segundidade. Ver em ato, o atual o sujeito é o objeto.
3.Terceridade. O entender, o nomear, o saber. É o registro simbólico do fato.
A divisão descrita acima como se pode ver trata- se de uma espécie de mapeamento ema divisão lógica do pensamento a partir disso Pirce estabeleceu 10 classes principais de signos. Não se fazendo necessário o estudo a fundo dessas 10 classe a esse trabalho de analise do estudo da semiótica aplicado ao processo de comunicação publicitário.
Há uma enorme variação de definição de signo descrita nos textos de Peirce dentre elas:
“um signo intenta representa, em parte pelo menos, um objeto que é, portanto, num certo sentido, a causa ou determinante do signo, mesmo se o signo representar seu objeto falsamente. Mas dizer que ele representa seu objeto implica que ele afete uma mente, de tal modo que, de certa maneira, determine naquela mente algo que é mediatamente devido ao objeto. Essa determinação da qual a causa imediata ou determinante é o signo, e da qual a causa mediata é o objeto, pode ser chamada o interpretante”
Portanto Signo é qualquer coisa que esteja no lugar (que faça representação a algo) de qualquer outra coisa para alguém em algum aspecto. Portanto se as nuvens fazem referência a chuva, ela para mim é signo por que está no lugar de chuva que ainda não veio, mas que suponho que virá, podemos dizer que o signo é a matéria da linguagem.
Sistema de signo que se destina ao estabelecimento de vínculos com base na troca de informações sobre o mundo. Qualquer signo, imagens, sons, palavras, desenhos, gestos ou posturas, tais como estilo, chamamos de linguagem. Quando pensamos em um fato traduzimos o real para representação a partir de signo que transformamos em linguagem para nos comunicarmos com outra pessoa.
Quando pensamos no mundo pensamos em signo, mas a minha percepção do mundo não é o mundo, sendo assim nenhum relato do fato representa totalmente o fato.
Portanto Semiótica é uma Ciência que estuda a produção do sentido nas diversas linguagens que possibilita a comunicação.


“As linguagens estão fundamentadas em esquemas perceptivos. Assim sendo, os processos perceptivos também fazem parte dos estudos semióticos. Além disso, a semiótica estuda os processos de comunicação, pois não há mensagem sem signos e não há comunicação sem mensagem. É por isso que a semiótica nos habilita a compreender o potencial comunicativo de todos os tipos de mensagens, nos variados efeitos que estão aptos a produzir no receptor. Esses efeitos vão desde o nível puramente emocional, sensório até os níveis metafóricos e simbólicos.” (SANTAELLA)
O profissional de comunicação envolvido no processo criativo ao desenvolver uma campanha ou mesmo peça publicitária deve ter em mente os conceito semiótico a fim de melhor selecionar os elementos a utilizar no desenvolvimento da mensagem, para otimizar seu impacto emotivo e conceitual sobre determinado público (Target). Com o mundo mercadológico, cada vês mais segmentado a semiótica desempenha um papel importante no sentido de pré seleção dos elementos apropriados a construção simbólica da comunicação entre a marca e o target. O impacto ou não que a publicidade desperta sobre o target é o interpretante da publicidade.

A análise Semiótica pode ser encarada como uma importante ferramenta para empresas e marcas, pois, a teoria dos signos de Peirce, nos fornece um grande mapa lógico que pode nos auxiliar no reconhecimento do universo dos signos, na discriminação das principais diferenças entre signos e no aumento da nossa capacidade de interpretação dos conceitos sociais. Sobre o comportamento do público seus valores, costume e religião. Onde uma temática de sucesso destinada à população do continente americano pouco provavelmente servirá aos povos do continente asiático. (Exemplo: anuncio de Churrascaria)
A peça publicitária sobre o aspecto semiótico pode ser índice (indicar algo), símbolo (sugerir algo) ou ícone (representar algo), ou conter os três elemento em uma única peça utilizando de elementos enraizados na cultura da população/Sociedade (Target).

Analise semiótica aplicada à Criação publicitária.



A criação do cachorro-peixe precisou de algumas centenas de horas de trabalho de computação gráfica antes da primeira veiculação na TV brasileira, em novembro de 2008. A peça foi focada no público jovem, potencial consumidor do SpaceFox, para ressaltar de maneira bem-humorada o principal conceito do modelo da Volkswagen, o amplo espaço interno de um carro robusto e confortável.
Para isso, o vídeo mostra o estilo de vida despojado de um surfista na praia com seu animal de estimação um alegre cachorrinho (índice), que hora um simples cão hora uma mistura de cachorro com peixe (símbolo) criação imaginária do personagem jovem surfista.

A idéia de usar a imagem de dois índices que conhecemos muito bem sendo o cachorro uns dos animais de estimação mais popular no Brasil e um peixe representando o mar, para juntos formarem um símbolo de animal de estimação companheiro para todas as horas. Nada mais apropriado do que um cachorro-peixe como animal de estimação de um surfista que passa a maior parte do dia na praia.
O “cachorro-peixe é um símbolo imaginário do personagem surfista a fim de reforça a mensagem principal da peça” SpaceFox. Cabe o que você imaginar.

Analise semiótica aplicada à propaganda nazista.




A imagem mostra o líder nazista Adolf Hitler segurando a bandeira do partido nazi (índice), sua pose lembra e muito São João, santo cristão (símbolo), que remete ao homem que traz a salvação. Ao fundo acima da cabeça de Hitler ha um avião iluminado (índice), mas que na verdade passa a idéia de ser uma pomba símbolo cristã (Símbolo).
Importante citar que essa peça foi criada com objetivo de divulgar o partido Nazi em comunidades Cristãs onde o mesmo tinha poucos seguidores.

Mídia Dados 2009.


O Grupo de mídia lança a mais nova edição do Mídia dados 2009, uma ótima referencia para profissionais e estudantes de comunicação, marketing e pesquisa.
O Grupo de Mídia disponibiliza a versão digital via internet para consultar: Mídia Dados 2009

segunda-feira, 13 de julho de 2009

jogo educativo, e muito profissional.

Li esta matéria no Jornal carreiras & sucesso e achei muito interessante por isso decidi postar, seria uma ótima forma de avaliar novos candidatos a estágio.
As grandes agências de publicidade deveriam investir em um jogo com base no dia a dia de uma agência de publicidade real, utilizando a plataforma do jogo Global Management Challenge (GMC). Quer saber mais sobre o assunto ?. Só ler a matéria abaixo:

Por Daniel Limas

Você ainda acredita que jogos e simuladores servem apenas para o entretenimento e alienação de crianças, jovens e adultos? Felizmente, esse conceito está mudando nos últimos anos e a tecnologia já ajuda empresas, estudantes e profissionais em busca de conhecimento. Inclusive, a importância dos jogos e simuladores online já foi tema de duas matérias de nossos jornais Catho Notícias e Estilo & Gestão RH.

Pois existem competições nacionais e internacionais, que, por meio de simuladores, testam habilidades e conhecimentos de estratégia e gestão em diferentes cenários. Uma delas é a Global Management Challenge (GMC), que é considerada a maior competição internacional nessa área e, neste ano, completou 30 edições. Apesar de competir com equipes de todo o mundo, o Brasil não faz feio. A iTGO, equipe brasileira que participou da fase internacional da 30ª edição, realizada em abril deste ano, em Lisboa, chegou à semifinal do jogo.


Composta pelos estudantes Mauro Seiji Fukunaga, Marcos Massanori Takizawa, Thiago Ribeiro Takahashi, Marcelo Toshio Uenoyama e Marcelo Takizawa, esses dois últimos alunos atuais do Curso de Especialização em Administração para Graduados (CEAG) da Escola de Administração de Empresas de SP da Fundação Getulio Vargas (FGV-EAESP), a equipe iTGO também foi a vencedora das duas últimas edições do Brasil GMC, etapa brasileira da competição. Mas, Mas, antes de tudo, é fundamental explicar um pouco sobre este jogo.

“O GMC nada mais é que uma competição de gestão e estratégia. Sem nenhum risco para a empresa, o participante pode simular inúmeras tomadas de decisões. É como se ele fosse o CEO da organização”, explica Awdrey Ribeiro, gerente doGMC no Brasil. Ela ainda conta que o simulador traz diversos cenários econômicos e financeiros para o aluno, que deve traçar estratégias. Por exemplo, é possível verificar o que acontece caso a equipe decida vender o produto mais barato ou mais caro, contratar muitas pessoas para a linha de produção, vender mais pela internet, ter margem de lucros maiores, ser vítima de uma boato de aquisição, entre diversas outras variáveis.

“Os profissionais podem ler, estudar, fazer cursos, ter aulas, mas só a partir de um game que você aprende na prática sem correr qualquer risco”, aponta Awdrey. Ela continua explicando como é a metodologia do Global Management Challenge: todos os competidores recebem informações sobre uma mesma empresa fictícia e o mercado onde está inserida. Cada grupo deve traçar estratégias para vender os produtos desta organização para diferentes mercados, incluindo a definição de preço, máquinas para produzir, funcionários necessários, custos de produção, matérias-primas, turnos, investimentos em marketing, dividendos para acionistas, enfim, tudo o que se espera de uma empresa.

Ou seja, a equipe deve entender muito sobre as quatro grandes áreas da gestão: Recursos Humanos, Marketing, Produção e Finanças. “Nesse contexto, os estudantes podem encarar greves, perda de importantes funcionários devido aos salários baixos, absenteísmo elevado, etc. Outro diferencial é que o GMC não é uma competição para avaliar os resultados isolados da organização. Ela avalia segundo as decisões e resultados dos outros grupos concorrentes”, esclarece Awdrey.


Portanto, a decisão do grupo deve ser a mais acertada e equilibrada. “Na hora da avaliação, leva-se em conta as reservas financeiras e o grau de endividamento causado pelas decisões. Assim como na vida real, não adianta uma empresa ter apenas preço e lucro muito bons. Uma série de indicadores devem ser avaliados como, por exemplo, se o investimento em Marketing foi absurdo ou se o grau de endividamento é muito elevado”, explica.

Aprendizado

O que o estudante ganha ao participar do Global Management Challenge?

“Um participante do GMC adquire muita agilidade ao tomar decisões dentro de uma organização. Seu raciocínio fica muito mais lógico, rápido e já está treinado a analisar as situações antes de decidir algo”, enumera Awdrey. Além disso, o participante aprende a trabalhar em equipe - pois na competição, todas as decisões são feitas em conjunto - e sabe o quanto uma decisão qualquer impacta em diferentes áreas da empresa.

Ela exemplifica: o Marketing tem a meta de aumentar o faturamento em 10% no ano. Enquanto isso, o Faturamento tem meta de reduzir a inadimplência a zero. Ou seja, o Marketing quer vender e o Faturamento segurar o crédito. “Nessa competição, é possível ver as consequências de cada decisão”, explica. Outra vantagem de quem participa dessa competição é saber trabalhar sob pressão e ter a experiência de avaliar objetivamente indicadores e ter criatividade para traçar as melhores estratégias.

Marcelo Takizawa, um dos integrantes do iTGO e analista de informação sênior na indústria farmacêutica Boehringer Ingelheim, que já participou de cinco edições é da mesma opinião. “O maior aprendizado é o pensamento estratégico. Você aprende a entender o negócio com um todo. Consegue traduzir os indicadores e resultados, analisar os erros e os acertos, avaliar a história e entender os competidores. Mas antes disso, temos de compreender o que é um balanço financeiro, o que é um fluxo de caixa e diversos outros detalhes da empresa desde a produção ao Marketing. É aprender a ter a visão macro de um CEO”, explica o engenheiro.

Esse, por sinal, é um dos seus objetivos profissionais. “Hoje, imagino duas opções: ser CEO da minha própria empresa ou ir subindo de cargo dentro de uma organização”, aponta. “Até por isso me formei em engenharia, mas logo fui buscar uma pós-graduação em Administração”. Outra vantagem apontada por Marcelo é poder ampliar a rede de contatos, o chamado networking. “Acabamos conhecendo muitas pessoas de outros países e nos expomos para as empresas patrocinadoras do GMC”.

Awdrey aproveita para recordar que existem casos de participantes do GMC que já ocupam cargos importantes em algumas organizações. “Lembro-me de um caso de um estagiário do Santander que venceu a etapa internacional, que foi estudar na Espanha com apoio do banco e que hoje virou diretor. Há também o caso de um português que veio para o Brasil e virou superintendente de novos negócios da Energias do Brasil”, aponta. “Ou seja, as empresas realmente entendem que os participantes desta competição são profissionais já prontos e diferenciados e, no mínimo, mais esforçados que outros estudantes, já que estudam, trabalham e ainda encontram tempo para participar do GMC”, finaliza.

Inscrições
O ideal é que a equipe (três a cinco pessoas) seja composta de estudantes (graduação ou pós) nas áreas de Administração, Engenharia, Finanças, Marketing e Contabilidade para garantir conhecimentos nessas diversas áreas.

Os interessados devem ler as regras do Global Challenge Management no sitehttp://www.globalchallenge.com.br e enviar um e-mail para globalchallenge@ibcbrasil.com.br.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Dúvida sobre termos adequados em mídia

Estávamos nós integrantes da agência XeQue, assistindo a uma apresentação de TCC, do curso de comunicação social. Quando um aluno ao apresentar o plano de mídia referiu-se a TV por assinatura como “TV fechada”, logo depois do término da apresentação um homem, convidado pela instituição de ensino para participar da banca questionou ” por que? TV fecha. Pois se eu pago em dia minhas mensalidade ela se abre”, disse o homem com ar irônico.

Após o fato ficamos nos questionando sobre o ocorrido, mas logo esquecemos o assunto e tomamos aquilo como verdade. Estava eu lendo uma matéria sobre a cobertura do festival de publicidade Cannes Lions onde havia uma mensagem do diretor de criação da AlmapBBDO, Marcello Serpa que falava sobre a premiação do filme “Cachorro-Peixe criado para SpaceFox da Volkswagen na categoria automóveis:

"Me deixa muito orgulhoso o fato do Ouro e do Bronze para os filmes da Volkswagen terem sido conquistados com comerciais do nosso dia-a-dia, extensivamente veiculados na TV aberta e fechada - e não somente de madrugada. Eles representam a propaganda verdadeira do Brasil. Ou amadurecemos e nos dedicamos a trabalhos reais e maduros, ou estaremos condenados à obscuridade, pois o pensamento global está cada vez mais sofisticado. Em Cyber, por exemplo, a mídia evoluiu e o Brasil parou no uso de sacadinhas criativas e idéias limitadas nelas mesmas", avalia.

Não que eu queira questionar a palavra fechada, mas vejo o mundo acadêmico muito distante do dia-a-dia da atividade publicitária. Isso me entristece.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Temas em xeque no festival Cannes Lions.

Inúmeros profissionais do ramo de marketing vem a tempos estudando as vantagens do networking social para espalhar notícias relativas a produtos, marcas, serviços, idéias e promoções. A idéia por trás dessa estratégia é simples: fazer com que os usuários interajam o máximo possível com peças (vídeos viral, textos, imagens) e que, principalmente, recomendem marcas e produtos para os amigos. Todo o profissional que trabalha com marketing sabe que consumidores são muito mais inclinados a experimentar um produto quando recebem um feedback positivo de pessoas próximas, como familiares e amigos do que quando vêem ou escutam há um comercial nos meios de comunicação de massa. Estratégias de networking social podem ser vistas no Facebook, no orkut, no MySpace e no Twitter, por exemplo, e melhor com baixo custo.
Tema abordado por Sérgio Valente, presidente da DM9, em entrevista á TV Cannes Lions, onde analisa o festival deste ano, fala da performance da agência e das conquistas obtidas até a metade do evento.

Acompanhe a entrevista e tenha acesso as informações sobre o maior evento de publicidade do mundo no site meio & mensagem Cobertura Especial Cannes Lions.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Grupo Bandeirantes de rádio sai na frente!

Com certeza o grupo Bandeirantes fez uma boa jogada em busca de uma fatia importante de ouvinte, com maior qualificação social, com isso conseguirá maior cobertura de público. A partir da utilização do aparelho da Apple o famoso iPhone que possui diversas ferramentas, e o grupo Band não poderia ficar fora dessa oportunidade e disponibilizou um software aos usuários para que os mesmos tenham acesso ao conteúdo das rádio do grupo. Entre elas estão a Rádio Bandeirantes AM, a Nativa FM, a Band FM e a Rádio Sulamerica Trânsito (São Paulo) BandNews FM (esta com sinais de suas afiliadas em São Paulo, Belo Horizonte, Salvador, Porto Alegre e Rio de Janeiro), Ipanema FM (Porto Alegre), Band Vale FM e Stereo Vale (São José dos Campos) e Educadora FM (Campinas).
É possível fazer o download do aplicativo de duas maneiras: através do próprio iPhone ou no computador que sincroniza as músicas com o celular, através do software iTunes. Veja maiores informações no site.

Nova ação da Estrela Brinquedos.

na ultima sexta-feira , 19 a empresa de Brinquedos Estrela colocou no ar seu novo site criado pela agência Clímax, que terá um investimento de R$ 400 mil. O site tem como conteúdo jogos interativo, promoções e divulgação das características de seus produtos.

O logo da empresa está presente no cursor do mouse e com forte presença em todo o site que tem um catálogo com a coleção 2009. Com isso a empresa busca atingir o público infantil de forma interativa e divertida como diz Aires Leal Fernandes, diretor de marketing da Estrela.

"Não podemos ficar de fora deste novo e forte meio de nos comunicarmos com nosso público. Investir em um site altamente tecnológico e rico em atrações é uma maneira de fortalecer a marca e de tê-la como entretenimento para as crianças também virtualmente” o diretor destaca que a empresa investirá R$ 1 milhão em mídia online no segundo semestre.

Boa estratégia para driblar o alto nível critico que as campanha dirigida ao público infantil vem sofrendo por parte dos sociólogos e criticos de publicidade nos meios de comunicação de massa.

Vamos ver ate quando essas ações interativas a partir da internet será aceita pela sociedade?

A importância da mídia.

Por José Carlos Veronezzi

Se hoje há um consenso que planejar, comprar, executar, pensar e fazer mídia é uma função muito importante, que requer profissionais especializados e preparados devido à complexidade e grande variedade de meios e veículos — e suas muitas formas de serem utilizados —, antigamente, o mercado dependia ainda mais das verbas de veiculação.

Lá pelos anos 30 e 40, com a J.W. Thompson e McCann, e depois com agências brasileiras mais bem estruturadas para fazer frente às americanas, é que se iniciou o desenvolvimento do mercado. Naquela época, a criação e o conteúdo da publicidade tinham qualidades equivalentes ao sentido pejorativo do termo reclame. O rádio era o meio básico e os melhores jingles não eram feitos por publicitários, e sim por autores consagrados na música. E quando a TV começou a ter publicidade regular, os comerciais ao vivo — o videoteipe ainda não tinha sido inventado — eram criados e dirigidos por diretores das próprias emissoras.

Os Diários e Emissoras Associados, de Assis Chateaubriand, só conseguiram ser o que foram e ter veículos líderes em todos os meios que atuavam porque a atividade de mídia era muito intensa, forte, regular. Faziam-se planos anuais! Em TV, verbas muito acima do necessário eram comuns, porque ainda não haviam sido criados o "sistema GRP" e seus conceitos balizadores para deixar os esforços de veiculação dentro de níveis adequados. E era preciso arrumar muito espaço para tantos comerciais. Quem é vivo há de lembrar que quando a TV Record era líder, seus programas de maior audiência tinham intervalos com até 15 minutos, e os blocos dos programas, cerca de 10 minutos.

Proporcionalmente ao mercado, a verba de veiculação era até maior que hoje, mas não havia nenhuma técnica. Talvez por isso, ou em função disso, o planejamento de mídia era feito pelos diretores de atendimento da agência, e as grandes negociações, pelo dono. Aos abnegados funcionários do "departamento de media" cabiam as funções burocráticas de execução e checking.

Na esteira do desenvolvimento e importância que a mercadização (execução das várias etapas de um plano de marketing) passou a ter para as empresas, mesmo com a crescente participação das novas disciplinas nas verbas de marketing, a mídia se desenvolveu, criou conceitos, estabeleceu critérios, deixou de "fazer média" e se tornou técnica, ganhou status e importância para o anunciante. E os donos de agências tiveram de lhe dar mais espaço.

Profissionais competentes conseguiram mais que isso ao se tornarem sócios nas agências, como Otto de Barros Vidal, Ivan Marques, Loy Barjas, para citar os mais conhecidos. Outros, como o Carlos Alberto Parente e o Luiz Grottera, fundaram suas agências. E do alto da superintendência comercial do maior veículo do País — a Rede Globo —, o Octávio Florisbal é o exemplo maior, dentre muitos, de mídias formados em agências que passaram a desempenhar importantes funções no atendimento, marketing e pesquisa de veículos.

Embora com menos freqüência, nos anunciantes isso também acontece, porque não há MBA, cursos na FGV, ou dezenas de anos de experiência na empresa, que possam ser comparados com o rico, variado, profícuo e abrangente aprendizado que o mídia adquire trabalhando em agências.

E pela primeira vez na sua história, a ABA – Associação Brasileira de Anunciantes, ao eleger o Orlando Lopes em abril último, passou a ter um presidente que é um mídia. Por formação e por dedicação, pois ele continua desempenhando atividades de mídia na Unilever. Referindo-se ao Fórum Anunciante & Mídia realizado em 1999, Orlando lembrou que, na ocasião, foi proposta a adoção de um modelo brasileiro de gestão de mídia a fim de fortalecer os serviços de mídia das agências, mas o que ocorreu de lá para cá foi perda de qualidade e de talentos, e sugeriu agora um "Pacto da Qualidade", como forma de reverter essa situação.

A observação é correta e o diagnóstico sensato. Porém, devido à diplomacia que seu cargo na empresa e na presidência da ABA exige, talvez o Orlando não tenha ido mais a fundo nas causas. Como eu não tenho vínculos empregatícios, e associativos, somente com o Grupo de Mídia São Paulo, posso ser bem mais crítico. Mas prudentemente digo que as causas estão em vários setores e âmbitos.

As agências deixaram de adotar o velho e bom hábito de fazer o melhor trabalho de mídia, independentemente se o cliente é exigente e preparado, ou não. Porque a rentabilidade diminuiu. Os anunciantes, ao exigirem custos menores, economizam nas taxas e perdem na qualidade. Mas isso não é percebido pela média dos anunciantes, porque cada vez mais profissionais de marketing se acham preparados para lidar com mídia apenas depois de aprenderem que "GRP é a soma das audiências" (por incrível que pareça, não é!). Pudera, de oito semestres, só em dois há disciplina de mídia em muitas faculdades de publicidade. Nas graduações e MBA de marketing, quando há mídia, só se ensinam noções.

E os veículos? Bem, os veículos sempre estiveram mais ocupados em vender espaço, o que é natural, com os líderes sempre apoiando iniciativas e pesquisas que contribuem para o desenvolvimento técnico da mídia, é bom que se diga. Mas ultimamente, mesmo esses, estão mais preocupados é com as soluções temporais do BNDES, em vez de usar melhor seus espaços para serem mais contundentes contra políticos corruptos e a favor de iniciativas de distribuição de renda, essas sim, decisões que podem definitivamente melhorar a situação de todos. Até dos ricos.