Página disponibiliza todo o mix de ovos de Páscoa, além de jogos, downloads e lista de compra
A Lacta apresenta seu hotsite de Páscoa com interatividade e o entretenimento em primeiro foco. A página traz o tradicional e divertido personagem da marca, o coelho Pascoal. A Enken foi a responsável pela criação do hotsite e também por criar jogos e informações sobre os ovos de páscoa da marca.
O hotsite mostra todo o mix de ovos de Páscoa da Lacta. Para conhecer mais sobre a composição, tamanho e outras informações das opções da Lacta para a Páscoa, basta que o internauta selecione um dos itens do menu, divido em categorias como Lançamentos, Infantil, Teen e Adulto, e então os ovos "saltarão" das tocas feitas pelo Pascoal.
Os usuários menores de 12 anos deverão fazer um cadastro e, após a autorização dos responsáveis, serão liberados login e senha para acesso irrestrito a algumas áreas do hotsite. O mecanismo identificará as crianças ao solicitar idade e ano de nascimento no momento em que o primeiro clique acontecer dentro do site.
Segundo David Reck, diretor da Enken, o projeto foi desenvolvido para levar diversão ao internauta. "O Pascoal vai convocar o público a se divertir através de atividades como Jogo da Memória e Corrida. Além disso, 10 opções de wallpapers que revelam o personagem Pascoal nas mais variadas situações ficarão disponíveis para download".
Reck acredita que a aposta da Lacta no meio digital contribuirá com a marca no que diz respeito ao posicionamento no mercado para as vendas deste ano, considerando o aumento crescente da utilização dos meios digitais como canais de aproximação entre as marcas e os consumidores.
Confira aqui o hotsite da Lacta
domingo, 28 de março de 2010
Lacta apresenta hotsite de Páscoa
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Tecnologia e interatividade na grade de 2010 da Globo
Emissora apresenta sua programação com a meta de encerrar o ano com 10% de crescimento no faturamento
Dar continuidade ao ritmo de recuperação após as instabilidades do período de crise econômica tendo com apoio a tradição, a alta tecnologia e a invenção de novos formatos e atrações. Essa é a receita com a qual a TV Globo pretende atravessar o ano de 2010 e alcançar a meta de 10% de crescimento em seu faturamento em relação ao ano passado.
Nesta segunda-feira, 22, a emissora reuniu a imprensa para o seu tradicional evento anual de apresentação da programação de 2010 - que começa, a oficialmente, a partir do próximo dia 5 de abril. Acompanhado de todo o grupo de diretores da casa, o diretor geral da Rede Globo, Octavio Florisbal, conduziu a apresentação, que também teve o objetivo de anunciar as celebrações comemorativas dos 45 anos da emissora, completados em abril deste ano.
Ao longo do evento, Florisbal apresentou nova grade da emissora, que será composta de novelas, seriados, filmes, programas jornalísticos e outras atrações. Nessa programação, a Copa do Mundo da África do Sul e as eleições presidenciais ganham posição de destaque, ganhando uma ampla cobertura da emissora.
"Com eventos tão importantes, esperamos um primeiro semestre bastante aquecido, não só para a Globo, mas para o mercado como um todo", projeta o diretor geral de comercialização da TV Globo, Willy Haas, que conta que, nos dois primeiros meses do ano, janeiro e fevereiro, a emissora conseguiu ampliar o seu faturamento em 30% em relação ao mesmo período de 2009.
Para este ano, a rede também renova a meta de atingir a média de audiência diária de 22 pontos (considerando o período entre 7h e 0h). "O sistema de mensuração de audiência ainda está longe de contemplar com maior precisão as diversas regiões brasileiras. Mas temos certeza que, considerando todo o Brasil, nosso alcance é bem maior do que esse", acredita Florisbal.
Novidades em alta definição
Durante a apresentação, os grandes destaques da Globo foram as produções de programas e as transmissões em alta definição. Para o mundial da África do Sul, a emissora levará uma equipe de 120 profissionais ao continente africano, que terão a missão de captar e transmitir os lances do maior evento esportivo do planeta com uma qualidade inédita na TV brasileira.
Segundo revelou o diretor Geral da Área de Jornalismo e Esporte da Rede Globo, Carlos Henrique Schroder, existe um projeto de realizar transmissões em 3D* de 12 partidas da Copa do Mundo, que seriam transmitidas em salas de cinemas e em arenas especiais. O projeto está em fase de conclusão junto a Fifa e a Sony, que fornecerá a tecnologia necessária para a exibição das imagens.
Ainda de acordo com a emissora, a interatividade com os espectadores (seja via internet ou pelas mídias móveis) será outra prioridade na Globo neste ano. A próxima novela das 21h, "Passione", que substituirá a atual trama "Viver a Vida", terá uma plataforma digital pela qual os espectadores e internautas poderão interagir de uma forma diferente com a trama e acompanhar o desenrolar dos capítulos.
*Por conta da observação do leitor Reberson Ricci (veja nos comentários), corrigimos a informação publicada. O projeto que a TV Globo planeja fazer em parceria com a Sony e a Fifa é o de transmissão de jogos da Copa em tecnologia 3D, e não em HD, como estava anteriormente.
Dar continuidade ao ritmo de recuperação após as instabilidades do período de crise econômica tendo com apoio a tradição, a alta tecnologia e a invenção de novos formatos e atrações. Essa é a receita com a qual a TV Globo pretende atravessar o ano de 2010 e alcançar a meta de 10% de crescimento em seu faturamento em relação ao ano passado.
Nesta segunda-feira, 22, a emissora reuniu a imprensa para o seu tradicional evento anual de apresentação da programação de 2010 - que começa, a oficialmente, a partir do próximo dia 5 de abril. Acompanhado de todo o grupo de diretores da casa, o diretor geral da Rede Globo, Octavio Florisbal, conduziu a apresentação, que também teve o objetivo de anunciar as celebrações comemorativas dos 45 anos da emissora, completados em abril deste ano.
Ao longo do evento, Florisbal apresentou nova grade da emissora, que será composta de novelas, seriados, filmes, programas jornalísticos e outras atrações. Nessa programação, a Copa do Mundo da África do Sul e as eleições presidenciais ganham posição de destaque, ganhando uma ampla cobertura da emissora.
"Com eventos tão importantes, esperamos um primeiro semestre bastante aquecido, não só para a Globo, mas para o mercado como um todo", projeta o diretor geral de comercialização da TV Globo, Willy Haas, que conta que, nos dois primeiros meses do ano, janeiro e fevereiro, a emissora conseguiu ampliar o seu faturamento em 30% em relação ao mesmo período de 2009.
Para este ano, a rede também renova a meta de atingir a média de audiência diária de 22 pontos (considerando o período entre 7h e 0h). "O sistema de mensuração de audiência ainda está longe de contemplar com maior precisão as diversas regiões brasileiras. Mas temos certeza que, considerando todo o Brasil, nosso alcance é bem maior do que esse", acredita Florisbal.
Novidades em alta definição
Durante a apresentação, os grandes destaques da Globo foram as produções de programas e as transmissões em alta definição. Para o mundial da África do Sul, a emissora levará uma equipe de 120 profissionais ao continente africano, que terão a missão de captar e transmitir os lances do maior evento esportivo do planeta com uma qualidade inédita na TV brasileira.
Segundo revelou o diretor Geral da Área de Jornalismo e Esporte da Rede Globo, Carlos Henrique Schroder, existe um projeto de realizar transmissões em 3D* de 12 partidas da Copa do Mundo, que seriam transmitidas em salas de cinemas e em arenas especiais. O projeto está em fase de conclusão junto a Fifa e a Sony, que fornecerá a tecnologia necessária para a exibição das imagens.
Ainda de acordo com a emissora, a interatividade com os espectadores (seja via internet ou pelas mídias móveis) será outra prioridade na Globo neste ano. A próxima novela das 21h, "Passione", que substituirá a atual trama "Viver a Vida", terá uma plataforma digital pela qual os espectadores e internautas poderão interagir de uma forma diferente com a trama e acompanhar o desenrolar dos capítulos.
*Por conta da observação do leitor Reberson Ricci (veja nos comentários), corrigimos a informação publicada. O projeto que a TV Globo planeja fazer em parceria com a Sony e a Fifa é o de transmissão de jogos da Copa em tecnologia 3D, e não em HD, como estava anteriormente.
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sexta-feira, 19 de março de 2010
Cacau Show lança hotsite
Pensando na Páscoa a marca aposta nas redes sociais para apresentar seus lançamentos
A Cacau Show apresenta seu hotsite de Páscoa com layout divertido, moderno e interativo. O internauta encontra ainda na seção downloads gifts para MSN, papel de parede e poderá criar sua lista de desejos e enviar para amigos por meio do Facebook, Twitter e Orkut. A marca aposta nas redes sociais para apresentar seus lançamentos e tambén em uma promoção no site oficial e no Twitter (@cacaushowbr).
A agência digital Íonz desenvolveu o hotsite e apresenta o concurso cultural. Para participar o usuário precisa responder: "Onde você esconderia um ovo de 6 kg?". As três respostas e as três fotos mais criativas serão premiadas com um ovo de 6 kg da marca.
Com um investimento total de R$ 6,5 milhões em estratégia de mídia, a campanha de páscoa da Cacau Show traz filme para TV, spots de rádio, anúncios em revistas, merchandising e internet, e tem como objetivo encantar o consumidor com a magia desta data e aproximá-lo ainda mais da marca.
Confira aqui o hotsite de Páscoa
A Cacau Show apresenta seu hotsite de Páscoa com layout divertido, moderno e interativo. O internauta encontra ainda na seção downloads gifts para MSN, papel de parede e poderá criar sua lista de desejos e enviar para amigos por meio do Facebook, Twitter e Orkut. A marca aposta nas redes sociais para apresentar seus lançamentos e tambén em uma promoção no site oficial e no Twitter (@cacaushowbr).
A agência digital Íonz desenvolveu o hotsite e apresenta o concurso cultural. Para participar o usuário precisa responder: "Onde você esconderia um ovo de 6 kg?". As três respostas e as três fotos mais criativas serão premiadas com um ovo de 6 kg da marca.
Com um investimento total de R$ 6,5 milhões em estratégia de mídia, a campanha de páscoa da Cacau Show traz filme para TV, spots de rádio, anúncios em revistas, merchandising e internet, e tem como objetivo encantar o consumidor com a magia desta data e aproximá-lo ainda mais da marca.
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Mídia
MTV lança jornal gratuito e quer ir para o dial. Emissora irá distribuir 150 mil unidades diárias em São Paulo a partir de junho e estuda criar emissora de rádio
No ano em que comemora duas décadas de Brasil, a MTV anuncia um novo veículo da emissora voltado para o público adulto jovem (19 a 34 anos): o jornal gratuito MTV na Rua, com tiragem inicial de 150 mil exemplares diários que serão distribuídos na cidade de São Paulo. "Percebemos a oportunidade grande de buscar mais pontos de contato por meio de uma nova mídia, que tem a força do impresso e a gratuidade da internet", disse André Mantovani, diretor geral da MTV.
O produto deverá ser lançado em junho e ser distribuído em shoppings centers, semáforos, estações de metrô, entre outros locais. A previsão é ampliar a distribuição para outras capitais, como Rio de Janeiro, Porto Alegre e Belo Horizonte. Segundo Mantovani, a emissora estuda também lançar uma rádio ainda neste ano. "Teremos uma série de ações para comemorar os 20 anos da MTV no Brasil", afirmou.
Os anúncios foram feitos durante evento para o mercado publicitário, que aconteceu na noite da terça-feira 16, em São Paulo. A maioria dos convidados chegou ao encontro de helicóptero e acompanhou a apresentação da grade de programação para 2010, com 22 novas atrações. Nove apresentadores foram contratados para integrar o elenco da emissora que adotou o slogan "MTV 2010, o canal dos ovos de ouro".
Outro foco da MTV é a tecnologia mobile: no ano passado, foram 24 milhões de mensagens via celular e só nos dois primeiros meses de 2010 este número já chegou a 17 milhões.
No ano em que comemora duas décadas de Brasil, a MTV anuncia um novo veículo da emissora voltado para o público adulto jovem (19 a 34 anos): o jornal gratuito MTV na Rua, com tiragem inicial de 150 mil exemplares diários que serão distribuídos na cidade de São Paulo. "Percebemos a oportunidade grande de buscar mais pontos de contato por meio de uma nova mídia, que tem a força do impresso e a gratuidade da internet", disse André Mantovani, diretor geral da MTV.
O produto deverá ser lançado em junho e ser distribuído em shoppings centers, semáforos, estações de metrô, entre outros locais. A previsão é ampliar a distribuição para outras capitais, como Rio de Janeiro, Porto Alegre e Belo Horizonte. Segundo Mantovani, a emissora estuda também lançar uma rádio ainda neste ano. "Teremos uma série de ações para comemorar os 20 anos da MTV no Brasil", afirmou.
Os anúncios foram feitos durante evento para o mercado publicitário, que aconteceu na noite da terça-feira 16, em São Paulo. A maioria dos convidados chegou ao encontro de helicóptero e acompanhou a apresentação da grade de programação para 2010, com 22 novas atrações. Nove apresentadores foram contratados para integrar o elenco da emissora que adotou o slogan "MTV 2010, o canal dos ovos de ouro".
Outro foco da MTV é a tecnologia mobile: no ano passado, foram 24 milhões de mensagens via celular e só nos dois primeiros meses de 2010 este número já chegou a 17 milhões.
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Mobile marketing pronto para explodir no BRIC
Estudo indica que base de assinantes está próxima da maturidade, mas que publicidade deverá crescer nesta mídia. As previsões do instituto norte-americano eMarketer indicam que a publicidade em telefones móveis no Brasil e nos outros países do BRIC está chegando ao ponto de ebulição.
Isso porque há dois movimentos muito claros que deverão afetar o mercado nos próximos cinco anos. O primeiro deles é o fim do crescimento exponencial da base de assinantes, dando espaço para uma nova era de maturidade do mercado. A outra é o começo do crescimento que também será exponencial dos investimentos em publicidade no mobile marketing.
Para a eMarketer, o Brasil teve investimentos de US$ 6 milhões em publicidade nos aparelhos móveis em 2009, e deverá saltar para US$ 41 milhões ao final de 2012, ou quase sete vezes mais. Só em 2010, a tendência é de dobrar o investimento, chegando perto de US$ 12 milhões.
Mesmo assim, o instituto concluiu que os investimentos no Brasil, Índia e Rússia em marketing de SMS, display e buscas nos celulares "serão ainda modestos", principalmente se comparados com o volume que será atingido pela China, "que tem a maior base de assinantes mobile do mundo e a maior população conectada à internet".
"A China será um mercado significante para a publicidade mobile em 2012", afirmou o instituto em comunicado. O país asiático saltará, segundo a emarketer, dos US$ 101 milhões de investimentos em 2009 para US$ 700 milhões em 2012.
Já o outro fenômeno indica que a base de assinantes reduzirá o nível de crescimento exponencial dos últimos anos, o que em outras palavras significa dizer que o mercado atingiu sua maturidade. Dos 174 milhões de assinantes de serviços mobile (pré ou pós pago) em 2009, o Brasil terá 212 milhões em 2014.
"O crescimento extremo do passado está dando lugar à maturidade conforme a base de assinantes de mobile se solidifica, a infra-estrutura melhora e mais consumidores aumentem seus rendimentos econômicos e o apetite por mais serviços sem fio", analisou a eMarketer.
"Embora os mercados de telefonia móvel do BRIC continuem sua expansão em um nível saudável, os tempos de crescimento de três dígitos ficaram no passado", afirmou em comunicado Noah Elkin, analista da eMarketer.
O instituto indicou ainda que o uso de internet por celular bem como a adoção de redes 3G estão crescendo rapidamente no BRIC, o que aponta para uma sofisticação do consumo.
"Essa evolução levará tempo, e muitos usuários seguirão com aparelhos menos sofisticados e redes de segunda geração até o meio da década", afirmou o eMarketer, que conclui que as ações de marketing deverão focar em atividades populares como SMS, música e jogos. "Mas conforme o celular se torna uma forma mais popular de acesso à internet, outras oportunidades de marketing irão emergir", conclui o texto.
Isso porque há dois movimentos muito claros que deverão afetar o mercado nos próximos cinco anos. O primeiro deles é o fim do crescimento exponencial da base de assinantes, dando espaço para uma nova era de maturidade do mercado. A outra é o começo do crescimento que também será exponencial dos investimentos em publicidade no mobile marketing.
Para a eMarketer, o Brasil teve investimentos de US$ 6 milhões em publicidade nos aparelhos móveis em 2009, e deverá saltar para US$ 41 milhões ao final de 2012, ou quase sete vezes mais. Só em 2010, a tendência é de dobrar o investimento, chegando perto de US$ 12 milhões.
Mesmo assim, o instituto concluiu que os investimentos no Brasil, Índia e Rússia em marketing de SMS, display e buscas nos celulares "serão ainda modestos", principalmente se comparados com o volume que será atingido pela China, "que tem a maior base de assinantes mobile do mundo e a maior população conectada à internet".
"A China será um mercado significante para a publicidade mobile em 2012", afirmou o instituto em comunicado. O país asiático saltará, segundo a emarketer, dos US$ 101 milhões de investimentos em 2009 para US$ 700 milhões em 2012.
Já o outro fenômeno indica que a base de assinantes reduzirá o nível de crescimento exponencial dos últimos anos, o que em outras palavras significa dizer que o mercado atingiu sua maturidade. Dos 174 milhões de assinantes de serviços mobile (pré ou pós pago) em 2009, o Brasil terá 212 milhões em 2014.
"O crescimento extremo do passado está dando lugar à maturidade conforme a base de assinantes de mobile se solidifica, a infra-estrutura melhora e mais consumidores aumentem seus rendimentos econômicos e o apetite por mais serviços sem fio", analisou a eMarketer.
"Embora os mercados de telefonia móvel do BRIC continuem sua expansão em um nível saudável, os tempos de crescimento de três dígitos ficaram no passado", afirmou em comunicado Noah Elkin, analista da eMarketer.
O instituto indicou ainda que o uso de internet por celular bem como a adoção de redes 3G estão crescendo rapidamente no BRIC, o que aponta para uma sofisticação do consumo.
"Essa evolução levará tempo, e muitos usuários seguirão com aparelhos menos sofisticados e redes de segunda geração até o meio da década", afirmou o eMarketer, que conclui que as ações de marketing deverão focar em atividades populares como SMS, música e jogos. "Mas conforme o celular se torna uma forma mais popular de acesso à internet, outras oportunidades de marketing irão emergir", conclui o texto.
Pesquisa da Net aponta que usuário valoriza mais a Internet do que a TV, exceto para entretenimento
Durante o Web Expo Forum, evento voltado para a comunidade de Internet realizado esta semana em São Paulo, o presidente da Net Serviços apresentou alguns dados de pesquisas internas feitas pela operadora sobre as demandas e necessidades de seus usuários em relação a serviços convergentes. Segundo José Felix, presidente da Net, a oferta de serviços de banda larga, vídeo e telefonia de forma combinada deve levar em conta quecada faixa socio-econômica da população tem uma necessidade diferente. Segundo os dados da Net, os usuários em geral atribuem grande valor à banda larga como fonte de educação e cultura, mas esse percentual é maior (59%) na classe C. Já a classe A valoriza mais a banda larga como fonte de informação (42%). Já o serviço de TV por assinatura só é valorizado de maneira mais relevante quando é visto como fonte de entretenimento. Em todos os outros quesitos analisados (fonte de educação e cultura, fonte de informação e veículo para comunicação) a banda larga teve índices de respostas mais elevados. Segundo Felix, hoje os usuários da Net utilizam e valorizam mais a Internet do que a TV por assinatura.
Empresas devem ter plano estratégico para campanhas em mídias sociais
As empresas que pensam em iniciar uma campanha de publicidade online utilizando recursos da web 2.0 necessitam, além de um conhecimento básico desse novo ambiente, de um planejamento estratégico para que a empreitada seja bem-sucedida, segundo ressaltaram especialistas durante o Web Expo Forum 2010, que acontece até esta sexta-feira, 19.
De acordo com Marcelo Prais, diretor de operações e negócios da AlmapBBDO, existem diferentes formas de utilizar as mídias sociais para estratégias de marketing, mas o importante é respeitar os meios e seus conteúdos e ter clareza na campanha. O executivo salienta que o trabalho com redes sociais é de longo de prazo.
"O trabalho com métricas é extremamente relevante. Dimensionar corretamente os esforços para trabalhar com os meios sociais é um dos passos para o sucesso. É mais fácil obter resultado quando se tem uma estratégia certa e bem definida", salienta Prais, ressaltando que é necessário que as empresas façam um roadmap para começar a atuar com redes sociais. "Se a empresa não tem nenhum conhecimento do assunto e de como funcionam as redes sociais, é melhor não adotar esse tipo de estratégia. Caso contrário a empresa pode perder o controle", comenta.
Para a gerente de mídia da TIM, Paolla Rodrigues, a adequação da mensagem ao meio deve ser a primeira coisa a ser observada pelo anunciante. Ela observa que fazer campanhas em mídias sociais não é colocar banners de anúncios, mas participar de fato desses meios e compreendê-los.
Paolla revela que a TIM investe em internet 10% dos recursos totais que destina para publicidade e que a operadora não enxerga ainda a mídia social como uma forma paga de publicidade, mas por enquanto apenas para entender o meio e se relacionar com o cliente. "Montamos uma área só para suprir a demanda do Twitter", explica a executiva.
A gerente de mídia da TIM diz que a empresa ainda está aprendendo a investir na nova geração da Internet, por ser um "meio novo e perigoso". Paolla atenta para o fato de que quando a empresa entra no segmento de mídias sociais a conversa é de mão dupla, tem de haver o diálogo. Segundo ela, caso a companhia não esteja preparada para lidar com as dificuldades proporcionadas por essa via dupla, os resultados podem ser catastróficos.
"Isso pode virar uma bola de neve, por esse motivo deve ser feito de forma cautelosa. Atualmente, mais do que colocar anúncios pagos nas mídias sociais, estamos em processo de conhecer e entender esses meios", diz Paolla.
A opinião da executiva é corroborada por Marcelo Lobianco, diretor de publicidade do iG, que entende que os investimentos em web 2.0 devem ser feitos pouco a pouco, para a companhia aproveitar a análise de resultados e realizar a curva de aprendizado de forma mais qualitativa.
O diretor de publicidade do UOL, Enor Paiana, frisa que é necessário pensar a estratégia de negócios para direcionar as campanhas para a web 2.0. "Esse é um importante facilitador para se obter bons resultados. Isso porque a curva de aprendizado é complexa e deve ser feita para gerar resultados no curto prazo", finaliza.
De acordo com Marcelo Prais, diretor de operações e negócios da AlmapBBDO, existem diferentes formas de utilizar as mídias sociais para estratégias de marketing, mas o importante é respeitar os meios e seus conteúdos e ter clareza na campanha. O executivo salienta que o trabalho com redes sociais é de longo de prazo.
"O trabalho com métricas é extremamente relevante. Dimensionar corretamente os esforços para trabalhar com os meios sociais é um dos passos para o sucesso. É mais fácil obter resultado quando se tem uma estratégia certa e bem definida", salienta Prais, ressaltando que é necessário que as empresas façam um roadmap para começar a atuar com redes sociais. "Se a empresa não tem nenhum conhecimento do assunto e de como funcionam as redes sociais, é melhor não adotar esse tipo de estratégia. Caso contrário a empresa pode perder o controle", comenta.
Para a gerente de mídia da TIM, Paolla Rodrigues, a adequação da mensagem ao meio deve ser a primeira coisa a ser observada pelo anunciante. Ela observa que fazer campanhas em mídias sociais não é colocar banners de anúncios, mas participar de fato desses meios e compreendê-los.
Paolla revela que a TIM investe em internet 10% dos recursos totais que destina para publicidade e que a operadora não enxerga ainda a mídia social como uma forma paga de publicidade, mas por enquanto apenas para entender o meio e se relacionar com o cliente. "Montamos uma área só para suprir a demanda do Twitter", explica a executiva.
A gerente de mídia da TIM diz que a empresa ainda está aprendendo a investir na nova geração da Internet, por ser um "meio novo e perigoso". Paolla atenta para o fato de que quando a empresa entra no segmento de mídias sociais a conversa é de mão dupla, tem de haver o diálogo. Segundo ela, caso a companhia não esteja preparada para lidar com as dificuldades proporcionadas por essa via dupla, os resultados podem ser catastróficos.
"Isso pode virar uma bola de neve, por esse motivo deve ser feito de forma cautelosa. Atualmente, mais do que colocar anúncios pagos nas mídias sociais, estamos em processo de conhecer e entender esses meios", diz Paolla.
A opinião da executiva é corroborada por Marcelo Lobianco, diretor de publicidade do iG, que entende que os investimentos em web 2.0 devem ser feitos pouco a pouco, para a companhia aproveitar a análise de resultados e realizar a curva de aprendizado de forma mais qualitativa.
O diretor de publicidade do UOL, Enor Paiana, frisa que é necessário pensar a estratégia de negócios para direcionar as campanhas para a web 2.0. "Esse é um importante facilitador para se obter bons resultados. Isso porque a curva de aprendizado é complexa e deve ser feita para gerar resultados no curto prazo", finaliza.
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Empresas devem ter plano estratégico para campanhas em mídias sociais
As empresas que pensam em iniciar uma campanha de publicidade online utilizando recursos da web 2.0 necessitam, além de um conhecimento básico desse novo ambiente, de um planejamento estratégico para que a empreitada seja bem-sucedida, segundo ressaltaram especialistas durante o Web Expo Forum 2010, que acontece até esta sexta-feira, 19.
De acordo com Marcelo Prais, diretor de operações e negócios da AlmapBBDO, existem diferentes formas de utilizar as mídias sociais para estratégias de marketing, mas o importante é respeitar os meios e seus conteúdos e ter clareza na campanha. O executivo salienta que o trabalho com redes sociais é de longo de prazo.
"O trabalho com métricas é extremamente relevante. Dimensionar corretamente os esforços para trabalhar com os meios sociais é um dos passos para o sucesso. É mais fácil obter resultado quando se tem uma estratégia certa e bem definida", salienta Prais, ressaltando que é necessário que as empresas façam um roadmap para começar a atuar com redes sociais. "Se a empresa não tem nenhum conhecimento do assunto e de como funcionam as redes sociais, é melhor não adotar esse tipo de estratégia. Caso contrário a empresa pode perder o controle", comenta.
Para a gerente de mídia da TIM, Paolla Rodrigues, a adequação da mensagem ao meio deve ser a primeira coisa a ser observada pelo anunciante. Ela observa que fazer campanhas em mídias sociais não é colocar banners de anúncios, mas participar de fato desses meios e compreendê-los.
Paolla revela que a TIM investe em internet 10% dos recursos totais que destina para publicidade e que a operadora não enxerga ainda a mídia social como uma forma paga de publicidade, mas por enquanto apenas para entender o meio e se relacionar com o cliente. "Montamos uma área só para suprir a demanda do Twitter", explica a executiva.
A gerente de mídia da TIM diz que a empresa ainda está aprendendo a investir na nova geração da Internet, por ser um "meio novo e perigoso". Paolla atenta para o fato de que quando a empresa entra no segmento de mídias sociais a conversa é de mão dupla, tem de haver o diálogo. Segundo ela, caso a companhia não esteja preparada para lidar com as dificuldades proporcionadas por essa via dupla, os resultados podem ser catastróficos.
"Isso pode virar uma bola de neve, por esse motivo deve ser feito de forma cautelosa. Atualmente, mais do que colocar anúncios pagos nas mídias sociais, estamos em processo de conhecer e entender esses meios", diz Paolla.
A opinião da executiva é corroborada por Marcelo Lobianco, diretor de publicidade do iG, que entende que os investimentos em web 2.0 devem ser feitos pouco a pouco, para a companhia aproveitar a análise de resultados e realizar a curva de aprendizado de forma mais qualitativa.
O diretor de publicidade do UOL, Enor Paiana, frisa que é necessário pensar a estratégia de negócios para direcionar as campanhas para a web 2.0. "Esse é um importante facilitador para se obter bons resultados. Isso porque a curva de aprendizado é complexa e deve ser feita para gerar resultados no curto prazo", finaliza.
De acordo com Marcelo Prais, diretor de operações e negócios da AlmapBBDO, existem diferentes formas de utilizar as mídias sociais para estratégias de marketing, mas o importante é respeitar os meios e seus conteúdos e ter clareza na campanha. O executivo salienta que o trabalho com redes sociais é de longo de prazo.
"O trabalho com métricas é extremamente relevante. Dimensionar corretamente os esforços para trabalhar com os meios sociais é um dos passos para o sucesso. É mais fácil obter resultado quando se tem uma estratégia certa e bem definida", salienta Prais, ressaltando que é necessário que as empresas façam um roadmap para começar a atuar com redes sociais. "Se a empresa não tem nenhum conhecimento do assunto e de como funcionam as redes sociais, é melhor não adotar esse tipo de estratégia. Caso contrário a empresa pode perder o controle", comenta.
Para a gerente de mídia da TIM, Paolla Rodrigues, a adequação da mensagem ao meio deve ser a primeira coisa a ser observada pelo anunciante. Ela observa que fazer campanhas em mídias sociais não é colocar banners de anúncios, mas participar de fato desses meios e compreendê-los.
Paolla revela que a TIM investe em internet 10% dos recursos totais que destina para publicidade e que a operadora não enxerga ainda a mídia social como uma forma paga de publicidade, mas por enquanto apenas para entender o meio e se relacionar com o cliente. "Montamos uma área só para suprir a demanda do Twitter", explica a executiva.
A gerente de mídia da TIM diz que a empresa ainda está aprendendo a investir na nova geração da Internet, por ser um "meio novo e perigoso". Paolla atenta para o fato de que quando a empresa entra no segmento de mídias sociais a conversa é de mão dupla, tem de haver o diálogo. Segundo ela, caso a companhia não esteja preparada para lidar com as dificuldades proporcionadas por essa via dupla, os resultados podem ser catastróficos.
"Isso pode virar uma bola de neve, por esse motivo deve ser feito de forma cautelosa. Atualmente, mais do que colocar anúncios pagos nas mídias sociais, estamos em processo de conhecer e entender esses meios", diz Paolla.
A opinião da executiva é corroborada por Marcelo Lobianco, diretor de publicidade do iG, que entende que os investimentos em web 2.0 devem ser feitos pouco a pouco, para a companhia aproveitar a análise de resultados e realizar a curva de aprendizado de forma mais qualitativa.
O diretor de publicidade do UOL, Enor Paiana, frisa que é necessário pensar a estratégia de negócios para direcionar as campanhas para a web 2.0. "Esse é um importante facilitador para se obter bons resultados. Isso porque a curva de aprendizado é complexa e deve ser feita para gerar resultados no curto prazo", finaliza.
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segunda-feira, 15 de março de 2010
terça-feira, 9 de março de 2010
Planejamento da empresa TIGRE para 2010

Combinar bom humor, música e dança. Esse é o foco da comunicação da Tigre para 2010. Após o sucesso de ações anteriores, como "Dança em família" e "Fuja do Mico", a marca resolveu prosseguir no tom bem-humorado.
Sua nova campanha, que estreia nesta semana, é parte do investimento total de R$ 70 milhões planejado para ações de marketing neste exercício. A Talent, que atende a conta há 12 anos, criou quatro filmes para serem veiculados durante o ano.
Dois já estão no ar: um divulgando a marca e outro focado na nova linha Aquatherm Tigre. Em ambos, pessoas comuns fazem escolhas erradas na hora de comprar o material de construção e, por causa disso, acabam "dançando".
Para o gerente corporativo de marketing do anunciante, Guilhermo Bressane, o bom humor é um caminho que deu certo. "Desde o lançamento da Tigre, na década de 70, a empresa tem a preocupação de utilizar uma abordagem com humor nas suas ações de comunicação", ressalta. Porém, Bressane destaca a dificuldade na transição de uma campanha de sucesso para o ingresso em um novo mote. "A campanha ‘Fuja do Mico' durou oito anos, as pessoas já estavam familiarizadas e ela era bem aceita. Mas não podíamos nos acomodar", explica.
Além dos filmes, a campanha contém anúncios de mídia impressa, material de PDV e spot de rádio - que terá um investimento 35% maior do que o do ano passado.
Uma curiosidade que vem chamando a atenção dos diretores da Tigre e da Talent é a aceitação do público internauta às campanhas da marca. Sem qualquer promoção ou intervenção da empresa, mais de 150 vídeos foram postados na internet imitando os comerciais do ano passado, nos quais uma família dança após ter feito escolhas erradas na compra de material de construção.
Segundo Leo Macias, diretor de criação da Talent, esse fator impulsionou novas ações de mídia para 2010. "O público nos deu uma brecha, temos de aproveitar. O planejamento deste ano inclui promoções em mídias sociais e downloads das músicas dos filmes no site da Tigre, entre outras coisas", completa.
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domingo, 7 de março de 2010
Homenagem as mulheres
A beleza da mulher
É força, é sabedoria, é magia, é amor, é ternura, é bela, é diferente, é ser mulher.
Você busca dia a dia sua independência, sua liberdade, e sua própria identidade.
A você meus parabéns, esse dia é todo seu.
O Blog Mídia parabeniza todas as mulheres. Dia internacional da Mulher.
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sexta-feira, 5 de março de 2010
Ação de Mídia, TIM transmitirá jogo do campeonato italiano de graça para celulares.
No próximo sábado, a partir das 16h45, o jogo Roma X Milan, do campeonato italiano de futebol, será transmitido gratuitamente e em tempo real para os assinantes da TIM que tiverem instalado o aplicativo de TV móvel da operadora. Dependendo da aceitação, o mesmo será feito com os demais jogos dessa temporada do campeonato italiano. A ideia é buscar patrocinadores para as próximas transmissões gratuitas. A iniciativa é fruto de uma parceria entre a TIM, a M1nd (fornecedora da plataforma de TV móvel da operadora) e o Lance, dono dos direitos para transmissão em celular do campeonato italiano no Brasil. O jogo será exibido no canal mantido pela própria operadora.
Atualmente, para acessar o serviço de TV móvel da TIM o usuário precisa fazer uma assinatura por pequenos períodos de tempo pré-fixados. A oferta de transmissão gratuita visa dar a chance de degustação do serviço pelos clientes da operadora. Não é a primeira vez que a TIM realiza esse tipo de teste: no ano passado a tele exibiu de graça em seu canal móvel o desfile das escolas de samba do grupo de acesso do Rio de Janeiro.
Atualmente, para acessar o serviço de TV móvel da TIM o usuário precisa fazer uma assinatura por pequenos períodos de tempo pré-fixados. A oferta de transmissão gratuita visa dar a chance de degustação do serviço pelos clientes da operadora. Não é a primeira vez que a TIM realiza esse tipo de teste: no ano passado a tele exibiu de graça em seu canal móvel o desfile das escolas de samba do grupo de acesso do Rio de Janeiro.
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quarta-feira, 3 de março de 2010
Veja coloca aplicativo de livros no Facebook
É a segunda rede social a contar com a ferramenta chamada "Veja Meus Livros", uma iniciativa que reforça sua estratégia de relacionamento com internautas
Por Marcos Bonfim
M&M On-Line
A revista Veja está consolidando sua estratégia para as mídias sociais. Em dezembro, lançou no Orkut o aplicativo "Veja Meus Livros", que já acumula mais de 18 mil internautas. Com a ferramenta, os usuários podem listar suas obras preferidas, citar as leituras atuais, apresentar a sua biblioteca, fazer comentários e conferir o que as outras pessoas estão lendo. Além disso, eles têm acesso a resenhas literárias da publicação.
Desenvolvido em parceria com a Livraria Cultura, o aplicativo chegará neste mês ao Facebook. A iniciativa, segundo Claudio Ferreira, diretor comercial e administrativo da editora Abril, marca a presença com a marca Veja nos sites de relacionamento. "Queríamos oferecer aos usuários uma ferramenta útil, que também despertasse neles o desejo de navegar no nosso site e travar contato com a revista", explica.
O projeto começou a ser pensado em 2007. Inicialmente pensava-se em sites literários de relacionamento, como LibraryThing. Mas em 2008, quando a ideia maturou, houve a escolha pela criação de um aplicativo que pudesse ser baixado nas mídias sociais. O desenvolvimento da ferramenta resulta de uma parceria com a LabOne.
A divulgação da ferramenta tem sido realizada no site da revista, mas a editora Abril aposta em uma estratégia também "boca a boca" nas redes sociais. O intuito da publicação, no entanto, é ir além e em breve lançará um aplicativo com o conteúdo das edições de Comer & Beber com conteúdo de mais de 10 mil estabelecimentos em 20 locais do Brasil, de acordo com Ferreira.
Outros meios de comunicação também utilizam esta funcionalidade como forma de difundir os seus conteúdos, como o Terra, o R7 e o UOL.
Por Marcos Bonfim
M&M On-Line
A revista Veja está consolidando sua estratégia para as mídias sociais. Em dezembro, lançou no Orkut o aplicativo "Veja Meus Livros", que já acumula mais de 18 mil internautas. Com a ferramenta, os usuários podem listar suas obras preferidas, citar as leituras atuais, apresentar a sua biblioteca, fazer comentários e conferir o que as outras pessoas estão lendo. Além disso, eles têm acesso a resenhas literárias da publicação.
Desenvolvido em parceria com a Livraria Cultura, o aplicativo chegará neste mês ao Facebook. A iniciativa, segundo Claudio Ferreira, diretor comercial e administrativo da editora Abril, marca a presença com a marca Veja nos sites de relacionamento. "Queríamos oferecer aos usuários uma ferramenta útil, que também despertasse neles o desejo de navegar no nosso site e travar contato com a revista", explica.
O projeto começou a ser pensado em 2007. Inicialmente pensava-se em sites literários de relacionamento, como LibraryThing. Mas em 2008, quando a ideia maturou, houve a escolha pela criação de um aplicativo que pudesse ser baixado nas mídias sociais. O desenvolvimento da ferramenta resulta de uma parceria com a LabOne.
A divulgação da ferramenta tem sido realizada no site da revista, mas a editora Abril aposta em uma estratégia também "boca a boca" nas redes sociais. O intuito da publicação, no entanto, é ir além e em breve lançará um aplicativo com o conteúdo das edições de Comer & Beber com conteúdo de mais de 10 mil estabelecimentos em 20 locais do Brasil, de acordo com Ferreira.
Outros meios de comunicação também utilizam esta funcionalidade como forma de difundir os seus conteúdos, como o Terra, o R7 e o UOL.
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terça-feira, 2 de março de 2010
Social Media: mudou o comportamento. Mas e o consumo de mídia, mudou?
Artigo publicado pela diretora executiva do IBOPE Nielsen Online, Cris Rother, no jornal Propaganda & Marketing, em 8 de fevereiro de 2010
Quando buscamos por social media encontramos, obviamente em um site de social media, a definição: “Trata-se da produção de conteúdos de forma descentralizada e sem o controle editorial de grandes grupos”. É assim que é definida pela Wikipedia. Nota-se, portanto, que só pela fonte se trata mesmo de mídia em redes sociais, já que são informações fornecidas pelos próprios usuários, disponíveis e sem vínculos com a empresa ou site, de fornecer conteúdo onde outros poderão encontrar as mais variadas formas de definições e esclarecimentos.
Percebemos vários tons, de diferentes classes na rede, vindas de: consumidores, investidores, voluntários, empregados, fãs, críticos, competidores, assim como de qualquer pessoa com acesso à internet que queira compartilhar uma opinião, o que demonstra a socialização da informação; portanto resta às empresas administrarem o que é falado delas, de forma planejada e organizada, uma vez que não há controle do que é falado, nem tampouco uma censura com relação à forma.
Podemos fatiar os diversos graus e níveis de colaboração em vários segmentos, mas notamos que todos são de alguma forma colaborativos e me perdoem se me esquecer de algum, mas conforme escrevo já devem ter mais alguns surgindo na rede.
São eles: Comunicação por meio de Blogs (Blogger e Wordpress); Microblogs (Twitter e Pownce); Redes Sociais (Orkut, Facebook, LinkedIn e MySpace); Eventos (Upcoming); Colaboração por wikis (Wikipedia); Agregadores de sites (StumbleUpon); Notícias (Digg, Reddit, EuCurti e Rec6); Opiniões (Epinions); Multimídia (Flickr, Zooomr, YouTube e Vimeo); Transmissões ao vivo (Justin.tv); Músicas/áudios (imeem, Last.fm e Jamendo) e Entretenimento (Second Life, Habbo, Miniclip.com e MMO- Massively Multiplayer Online Game - World of Warcraft).
Com essa vasta possibilidade de sites de mídia social entendemos o que atrai dois terços de toda a população global, que está online e que totalizam 1.5 bilhão de pessoas. Na América Latina são 160 milhões de usuários, segundo dados do Target Group Index América Latina.
A mídia social já é a quarta categoria online mais popular do mundo, de acordo com dados da Nielsen Online Study mar/09.
O crescimento das redes sociais ultrapassa o dos sites busca e portais e o primeiro em envolvimento, já que a média de navegação por pessoa ultrapassa atividades como sites de busca, o que torna a rede social no Brasil é o 1 º em média de tempo de navegação por pessoa, nos locais de trabalho e casa (NetView Nov/09) é de 04:12:48 em redes sociais contra 01:09:04 por sites de busca, sendo que dentro deste tempo 71% leem blogs!
Quando pensamos em métricas e ferramentas que nos possibilitam rastrear e entender as comunidades percebemos como é de fundamental o monitoramente na rede, o que torna uma estratégia essencial para poder responder às comunidades, seja de forma clara e objetiva, como uma ação de call center, como se utilizam diversas empresas brasileiras e americanas, assim como de uma forma subjetiva ou de viralização, como também são encontramos muitos clientes agindo de forma viral e contratando agências e empresas especializadas para fomentar este tipo de ação.
É bom notar que estas métricas são diferentes de outras utilizadas na mídia online, apesar de haver certa familiaridade entre elas. Começ ando, temos a Audiência (visitantes, pageviews, volume de reviews e comentários, número de indivíduos comentando e dispersão - links relacionados), o Engajamento (sentimento de reviews e comentários, afinidade com a marca, influência do comentarista, tempo online, favoritos, amigos e fãs, conteúdo viral distribuído e número de downloads/instalações) e há também os Insights (pedidos de compra, novos negócios, satisfação do consumidor/lealdade e eficiência de marketing).
Por exemplo, uma marca tem uma fanpage no Facebook, onde ela convida seus fãs para a pré-venda de um lançamento e conta também para os seguidores no Twitter. Isso faz os consumidores comprarem e contem para a sua rede de contatos sobre a experiência; pois o oposto também pode acontecer, de forma espontânea, mas pouco publicitária, onde uma loja faz uma promoção, eu compro e tenho uma boa experiência. Publico em minha conta no Facebook conectada à minha conta no Twitter e toda nossa rede de contatos fica sabendo da promoção, que já passou.
Ou seja: podemos ser pró-ativos e nos beneficiarmos disso ou sermos reativos e torcermos para que esta seja uma boa experiência e reflita positivamente em nossa rede de contatos.
Fica aí a dica!
Cris Rother é presidente do Comitê de Métricas do IAB Brasil e diretora executiva do IBOPE Nielsen Online.
Quando buscamos por social media encontramos, obviamente em um site de social media, a definição: “Trata-se da produção de conteúdos de forma descentralizada e sem o controle editorial de grandes grupos”. É assim que é definida pela Wikipedia. Nota-se, portanto, que só pela fonte se trata mesmo de mídia em redes sociais, já que são informações fornecidas pelos próprios usuários, disponíveis e sem vínculos com a empresa ou site, de fornecer conteúdo onde outros poderão encontrar as mais variadas formas de definições e esclarecimentos.
Percebemos vários tons, de diferentes classes na rede, vindas de: consumidores, investidores, voluntários, empregados, fãs, críticos, competidores, assim como de qualquer pessoa com acesso à internet que queira compartilhar uma opinião, o que demonstra a socialização da informação; portanto resta às empresas administrarem o que é falado delas, de forma planejada e organizada, uma vez que não há controle do que é falado, nem tampouco uma censura com relação à forma.
Podemos fatiar os diversos graus e níveis de colaboração em vários segmentos, mas notamos que todos são de alguma forma colaborativos e me perdoem se me esquecer de algum, mas conforme escrevo já devem ter mais alguns surgindo na rede.
São eles: Comunicação por meio de Blogs (Blogger e Wordpress); Microblogs (Twitter e Pownce); Redes Sociais (Orkut, Facebook, LinkedIn e MySpace); Eventos (Upcoming); Colaboração por wikis (Wikipedia); Agregadores de sites (StumbleUpon); Notícias (Digg, Reddit, EuCurti e Rec6); Opiniões (Epinions); Multimídia (Flickr, Zooomr, YouTube e Vimeo); Transmissões ao vivo (Justin.tv); Músicas/áudios (imeem, Last.fm e Jamendo) e Entretenimento (Second Life, Habbo, Miniclip.com e MMO- Massively Multiplayer Online Game - World of Warcraft).
Com essa vasta possibilidade de sites de mídia social entendemos o que atrai dois terços de toda a população global, que está online e que totalizam 1.5 bilhão de pessoas. Na América Latina são 160 milhões de usuários, segundo dados do Target Group Index América Latina.
A mídia social já é a quarta categoria online mais popular do mundo, de acordo com dados da Nielsen Online Study mar/09.
O crescimento das redes sociais ultrapassa o dos sites busca e portais e o primeiro em envolvimento, já que a média de navegação por pessoa ultrapassa atividades como sites de busca, o que torna a rede social no Brasil é o 1 º em média de tempo de navegação por pessoa, nos locais de trabalho e casa (NetView Nov/09) é de 04:12:48 em redes sociais contra 01:09:04 por sites de busca, sendo que dentro deste tempo 71% leem blogs!
Quando pensamos em métricas e ferramentas que nos possibilitam rastrear e entender as comunidades percebemos como é de fundamental o monitoramente na rede, o que torna uma estratégia essencial para poder responder às comunidades, seja de forma clara e objetiva, como uma ação de call center, como se utilizam diversas empresas brasileiras e americanas, assim como de uma forma subjetiva ou de viralização, como também são encontramos muitos clientes agindo de forma viral e contratando agências e empresas especializadas para fomentar este tipo de ação.
É bom notar que estas métricas são diferentes de outras utilizadas na mídia online, apesar de haver certa familiaridade entre elas. Começ ando, temos a Audiência (visitantes, pageviews, volume de reviews e comentários, número de indivíduos comentando e dispersão - links relacionados), o Engajamento (sentimento de reviews e comentários, afinidade com a marca, influência do comentarista, tempo online, favoritos, amigos e fãs, conteúdo viral distribuído e número de downloads/instalações) e há também os Insights (pedidos de compra, novos negócios, satisfação do consumidor/lealdade e eficiência de marketing).
Por exemplo, uma marca tem uma fanpage no Facebook, onde ela convida seus fãs para a pré-venda de um lançamento e conta também para os seguidores no Twitter. Isso faz os consumidores comprarem e contem para a sua rede de contatos sobre a experiência; pois o oposto também pode acontecer, de forma espontânea, mas pouco publicitária, onde uma loja faz uma promoção, eu compro e tenho uma boa experiência. Publico em minha conta no Facebook conectada à minha conta no Twitter e toda nossa rede de contatos fica sabendo da promoção, que já passou.
Ou seja: podemos ser pró-ativos e nos beneficiarmos disso ou sermos reativos e torcermos para que esta seja uma boa experiência e reflita positivamente em nossa rede de contatos.
Fica aí a dica!
Cris Rother é presidente do Comitê de Métricas do IAB Brasil e diretora executiva do IBOPE Nielsen Online.
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Ação de Mídia
Mais um jornal gratuito chega às ruas de São Paulo. Mas o foco da nova publicação é a moda. Quem lança o periódico, que será mensal, é a C&A, que com isso dá continuidade a sua proposta de democratizar a moda, um projeto que ganhou projeção com a seleção de estilistas renomados para criar coleções exclusivas nas lojas da rede (leia mais abaixo).
Por sinal, o nome do jornal é Exclusivo. Ele será distribuído pela primeira vez na quinta-feira, 4. Essa é uma ação exclusiva da C&A no Brasil, idealizada pela DM9DDB, que também é cogestora do projeto. O mês de março foi escolhido para o lançamento devido à comemoração do Dia das Mulheres.
A publicação em formato tablóide terá 40 páginas de conteúdo sobre moda para a mulher brasileira, com direito não apenas a peças de roupas e acessórios. O periódico trará reportagens de comportamento também.
Segundo Sérgio Valente, presidente da DM9, a publicação nasce com o objetivo de ser um canal de comunicação em que a C&A possa falar direto com a consumidora, para que ela se identifique com a forma e o conteúdo e que, além disso, possa guardar e compartilhar as edições. "Chegamos à conclusão de que um jornal de distribuição gratuita era a solução ideal porque ser democrático e permitir uma comunicação clara e direta", afirma.
A estratégia é apresentar inclusive as garotas-propagandas da rede de forma mais cotidiana. Elas serão sempre retratadas sob a ótica da mulher real.
O conteúdo customizado está sob responsabilidade da Trip Editora, tendo Fernando Luna como diretor de redação. "Teremos seções permanentes com o objetivo de traduzir as tendências de moda para o leitor, como forma de aproximação", explica Luna.
Uma dessas seções é a "Prazer em Conhecer", em que três meninas comuns apresentam o seu estilo e contam um pouco sobre sua vida. Todo o projeto gráfico também foi desenvolvido pela Trip Editora que privilegiou a estética da revista com tons suaves e ótima disposição de imagens. Além disso serão mostradas mulheres escolhidas na ruas que falarão de seus estilos. Na primeira edição, as entrevistadas são de São Paulo e Recife.
O jornal terá tiragem de 500 mil exemplares por mês. Desses, 100 mil serão distribuídos gratuitamente nas ruas de São Paulo, por meio de uma parceria com o Metro. De acordo com Marcelo D'Angelo, diretor executivo do Metro, a distribuição será feita nos principais pontos da cidade e cruzamentos. Os outros 400 mil estarão em lojas da C&A em todo o País.
D'Angelo afirma 120 meninas usarão uniformes estilizados para fazer a distribuição dos exemplares. Por enquanto, ela acontecerá apenas em São Paulo. "Temos todas as condições de estender essa parceria para outras cidades".
Moda para todos
A C&A iniciou há cerca de dois anos um movimento com o foco em democratizar a moda para sua consumidora. No Dia dos Namorados em 2009, quem estrelou a campanha foi a cantora Fergie. Ela também assinou uma coleção exclusiva que foi colocada à venda nas lojas. Em outra ação recente, em fevereiro, a rede trouxe a cantora do Pussycat Dolls Nicole Scherzinger para apresentar a coleção de lingeries que ela assinou para a marca.
Sempre de olho nas tendências de moda em Paris, Milão ou Nova York, a C&A também faz parcerias nacionais com estilistas renomados brasileiros em coleções exclusivas. Nomes como, Reinaldo Lourenço, Isabela Capeto, Amir Slama, Espaço Fashion já assinaram para a C&A. A marca também é uma das principais patrocinadoras do SPFW.
Será que essa ação será mais um case de sucesso espero que sim uma grande sacada de mídia para as partes envolvidas e principalmente a sociedade que terá mais um canal de informação sobre moda que por fim é direcionado a elite.
Bela ação da Dm9 para C&A.
Por sinal, o nome do jornal é Exclusivo. Ele será distribuído pela primeira vez na quinta-feira, 4. Essa é uma ação exclusiva da C&A no Brasil, idealizada pela DM9DDB, que também é cogestora do projeto. O mês de março foi escolhido para o lançamento devido à comemoração do Dia das Mulheres.
A publicação em formato tablóide terá 40 páginas de conteúdo sobre moda para a mulher brasileira, com direito não apenas a peças de roupas e acessórios. O periódico trará reportagens de comportamento também.
Segundo Sérgio Valente, presidente da DM9, a publicação nasce com o objetivo de ser um canal de comunicação em que a C&A possa falar direto com a consumidora, para que ela se identifique com a forma e o conteúdo e que, além disso, possa guardar e compartilhar as edições. "Chegamos à conclusão de que um jornal de distribuição gratuita era a solução ideal porque ser democrático e permitir uma comunicação clara e direta", afirma.
A estratégia é apresentar inclusive as garotas-propagandas da rede de forma mais cotidiana. Elas serão sempre retratadas sob a ótica da mulher real.
O conteúdo customizado está sob responsabilidade da Trip Editora, tendo Fernando Luna como diretor de redação. "Teremos seções permanentes com o objetivo de traduzir as tendências de moda para o leitor, como forma de aproximação", explica Luna.
Uma dessas seções é a "Prazer em Conhecer", em que três meninas comuns apresentam o seu estilo e contam um pouco sobre sua vida. Todo o projeto gráfico também foi desenvolvido pela Trip Editora que privilegiou a estética da revista com tons suaves e ótima disposição de imagens. Além disso serão mostradas mulheres escolhidas na ruas que falarão de seus estilos. Na primeira edição, as entrevistadas são de São Paulo e Recife.
O jornal terá tiragem de 500 mil exemplares por mês. Desses, 100 mil serão distribuídos gratuitamente nas ruas de São Paulo, por meio de uma parceria com o Metro. De acordo com Marcelo D'Angelo, diretor executivo do Metro, a distribuição será feita nos principais pontos da cidade e cruzamentos. Os outros 400 mil estarão em lojas da C&A em todo o País.
D'Angelo afirma 120 meninas usarão uniformes estilizados para fazer a distribuição dos exemplares. Por enquanto, ela acontecerá apenas em São Paulo. "Temos todas as condições de estender essa parceria para outras cidades".
Moda para todos
A C&A iniciou há cerca de dois anos um movimento com o foco em democratizar a moda para sua consumidora. No Dia dos Namorados em 2009, quem estrelou a campanha foi a cantora Fergie. Ela também assinou uma coleção exclusiva que foi colocada à venda nas lojas. Em outra ação recente, em fevereiro, a rede trouxe a cantora do Pussycat Dolls Nicole Scherzinger para apresentar a coleção de lingeries que ela assinou para a marca.
Sempre de olho nas tendências de moda em Paris, Milão ou Nova York, a C&A também faz parcerias nacionais com estilistas renomados brasileiros em coleções exclusivas. Nomes como, Reinaldo Lourenço, Isabela Capeto, Amir Slama, Espaço Fashion já assinaram para a C&A. A marca também é uma das principais patrocinadoras do SPFW.
Será que essa ação será mais um case de sucesso espero que sim uma grande sacada de mídia para as partes envolvidas e principalmente a sociedade que terá mais um canal de informação sobre moda que por fim é direcionado a elite.
Bela ação da Dm9 para C&A.
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segunda-feira, 1 de março de 2010
Pelé fecha com SBT.
Quem imaginava que o maior ídolo de todos os tempos do futebol brasileiro, Pelé, assinaria com a Band se enganou. O craque estava em negociação também com o SBT, e de acordo com noticia de hoje 1/03 veiculada pela rádio gazeta FM. O Rei já teria assinado com o a emissora de Silvio Santo (SBT) segundo informações Edson Arantes do Nascimento será contratado, provavelmente, apenas para a cobertura da Copa do Mundo, mesmo com o SBT não tendo direito de exibir as transmissões dos jogos, o nosso querido Pelé terá programas comentarista de cerca de 2 minutos de duração durante os jogos da copa 2010.
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Buscadores, quem pode viver sem eles?
Seja franco, você imagina a internet atual sem os "buscadores" que, como num passe de mágica e em frações de segundos, jogam na tela do computador dezenas de páginas com a informação de que você precisa "para ontem"? Pois é, o sistema de software arquitetado para encontrar informações armazenadas na grande rede, a partir de palavras-chave, tornou-se ferramenta indispensável. A eficiência do serviço é tanta que algumas das empresas que oferecem o serviço valem milhões de dólares. É o caso do Google e Yahoo, só para citar os maiores, em nível de buscadores globais.
Aqui no Brasil, os guias locais ou regionais eletrônicos já fazem parte da nossa realidade ao disponibilizarem informações que se referem a endereços de empresas ou prestadores de serviços.
PROCURE CERTO
Para o público, o grande desafio hoje é como filtrar o conteúdo desejado (e o indesejado também) diante da avalanche de informações que explodem na tela. Um pouco de tempo e paciência, além de conhecimento da língua inglesa, serão muito úteis na hora de separar o joio do trigo.
Suponha que você quer encontrar a letra do Hino Nacional brasileiro. No Google, por exemplo, digitando as palavras-chave "ouviram do Ipiranga" (não se preocupe com maiúsculas ou acentuação), aparecerá uma relação de aproximadamente 2.590 páginas (em 0,36 segundos). Este sistema são úteis para encontrar citações, letras de músicas, poesias e, até empresas. Basta fornecer o nome completo, " MaxControl Film", por exemplo.
DEVER DE CASA
Mas se o caso for encontrar artigos ou alguma informação para trabalhos escolares, universitários ou profissionais, principalmente se o texto ou o livro for antigo, existem mecanismos específicos. Na área de Engenharia Elétrica, por exemplo. O procedimento é o seguinte: Primeiro encontre um motor de busca que ofereça trabalhos prontos e, depois, um "buscador" (de engenharia) com referências bibliográficas contendo o assunto de interesse, como fazem a Web of Science ou a base de dados Inspec. Encontrada as referências, será necessário encontrar biblioteca que guardem as obras ou os artigos dessa referência, a exemplo das bibliotecas de engenharia nacionais ou internacionais que tenham serviços de comutação (que permite a obtenção de cópias de documentos técnico-científicos disponíveis em seus acervos) bibliográfica. Uma biblioteca que geralmente tem quase tudo que queremos é a British Library.
HISTÓRIA
O primeiro mecanismo de busca da Web,o “Wandex” (já extinto), foi desenvolvido por Matthew Gray no MIT (Massachussets Institute of Technology) em 1993. Outro mecanismo pioneiro foi o Aliweb, também apareceu em 1993 e funciona até hoje.
Aqui no Brasil, os guias locais ou regionais eletrônicos já fazem parte da nossa realidade ao disponibilizarem informações que se referem a endereços de empresas ou prestadores de serviços.
PROCURE CERTO
Para o público, o grande desafio hoje é como filtrar o conteúdo desejado (e o indesejado também) diante da avalanche de informações que explodem na tela. Um pouco de tempo e paciência, além de conhecimento da língua inglesa, serão muito úteis na hora de separar o joio do trigo.
Suponha que você quer encontrar a letra do Hino Nacional brasileiro. No Google, por exemplo, digitando as palavras-chave "ouviram do Ipiranga" (não se preocupe com maiúsculas ou acentuação), aparecerá uma relação de aproximadamente 2.590 páginas (em 0,36 segundos). Este sistema são úteis para encontrar citações, letras de músicas, poesias e, até empresas. Basta fornecer o nome completo, " MaxControl Film", por exemplo.
DEVER DE CASA
Mas se o caso for encontrar artigos ou alguma informação para trabalhos escolares, universitários ou profissionais, principalmente se o texto ou o livro for antigo, existem mecanismos específicos. Na área de Engenharia Elétrica, por exemplo. O procedimento é o seguinte: Primeiro encontre um motor de busca que ofereça trabalhos prontos e, depois, um "buscador" (de engenharia) com referências bibliográficas contendo o assunto de interesse, como fazem a Web of Science ou a base de dados Inspec. Encontrada as referências, será necessário encontrar biblioteca que guardem as obras ou os artigos dessa referência, a exemplo das bibliotecas de engenharia nacionais ou internacionais que tenham serviços de comutação (que permite a obtenção de cópias de documentos técnico-científicos disponíveis em seus acervos) bibliográfica. Uma biblioteca que geralmente tem quase tudo que queremos é a British Library.
HISTÓRIA
O primeiro mecanismo de busca da Web,o “Wandex” (já extinto), foi desenvolvido por Matthew Gray no MIT (Massachussets Institute of Technology) em 1993. Outro mecanismo pioneiro foi o Aliweb, também apareceu em 1993 e funciona até hoje.
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