sexta-feira, 26 de junho de 2009
Temas em xeque no festival Cannes Lions.
Tema abordado por Sérgio Valente, presidente da DM9, em entrevista á TV Cannes Lions, onde analisa o festival deste ano, fala da performance da agência e das conquistas obtidas até a metade do evento.
Acompanhe a entrevista e tenha acesso as informações sobre o maior evento de publicidade do mundo no site meio & mensagem Cobertura Especial Cannes Lions.
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Grupo Bandeirantes de rádio sai na frente!
É possível fazer o download do aplicativo de duas maneiras: através do próprio iPhone ou no computador que sincroniza as músicas com o celular, através do software iTunes. Veja maiores informações no site.
Nova ação da Estrela Brinquedos.
na ultima sexta-feira , 19 a empresa de Brinquedos Estrela colocou no ar seu novo site criado pela agência Clímax, que terá um investimento de R$ 400 mil. O site tem como conteúdo jogos interativo, promoções e divulgação das características de seus produtos.
O logo da empresa está presente no cursor do mouse e com forte presença em todo o site que tem um catálogo com a coleção 2009. Com isso a empresa busca atingir o público infantil de forma interativa e divertida como diz Aires Leal Fernandes, diretor de marketing da Estrela.
"Não podemos ficar de fora deste novo e forte meio de nos comunicarmos com nosso público. Investir em um site altamente tecnológico e rico em atrações é uma maneira de fortalecer a marca e de tê-la como entretenimento para as crianças também virtualmente” o diretor destaca que a empresa investirá R$ 1 milhão em mídia online no segundo semestre.
Boa estratégia para driblar o alto nível critico que as campanha dirigida ao público infantil vem sofrendo por parte dos sociólogos e criticos de publicidade nos meios de comunicação de massa.
Vamos ver ate quando essas ações interativas a partir da internet será aceita pela sociedade?
A importância da mídia.
Se hoje há um consenso que planejar, comprar, executar, pensar e fazer mídia é uma função muito importante, que requer profissionais especializados e preparados devido à complexidade e grande variedade de meios e veículos — e suas muitas formas de serem utilizados —, antigamente, o mercado dependia ainda mais das verbas de veiculação.
Lá pelos anos 30 e 40, com a J.W. Thompson e McCann, e depois com agências brasileiras mais bem estruturadas para fazer frente às americanas, é que se iniciou o desenvolvimento do mercado. Naquela época, a criação e o conteúdo da publicidade tinham qualidades equivalentes ao sentido pejorativo do termo reclame. O rádio era o meio básico e os melhores jingles não eram feitos por publicitários, e sim por autores consagrados na música. E quando a TV começou a ter publicidade regular, os comerciais ao vivo — o videoteipe ainda não tinha sido inventado — eram criados e dirigidos por diretores das próprias emissoras.
Os Diários e Emissoras Associados, de Assis Chateaubriand, só conseguiram ser o que foram e ter veículos líderes em todos os meios que atuavam porque a atividade de mídia era muito intensa, forte, regular. Faziam-se planos anuais! Em TV, verbas muito acima do necessário eram comuns, porque ainda não haviam sido criados o "sistema GRP" e seus conceitos balizadores para deixar os esforços de veiculação dentro de níveis adequados. E era preciso arrumar muito espaço para tantos comerciais. Quem é vivo há de lembrar que quando a TV Record era líder, seus programas de maior audiência tinham intervalos com até 15 minutos, e os blocos dos programas, cerca de 10 minutos.
Proporcionalmente ao mercado, a verba de veiculação era até maior que hoje, mas não havia nenhuma técnica. Talvez por isso, ou em função disso, o planejamento de mídia era feito pelos diretores de atendimento da agência, e as grandes negociações, pelo dono. Aos abnegados funcionários do "departamento de media" cabiam as funções burocráticas de execução e checking.
Na esteira do desenvolvimento e importância que a mercadização (execução das várias etapas de um plano de marketing) passou a ter para as empresas, mesmo com a crescente participação das novas disciplinas nas verbas de marketing, a mídia se desenvolveu, criou conceitos, estabeleceu critérios, deixou de "fazer média" e se tornou técnica, ganhou status e importância para o anunciante. E os donos de agências tiveram de lhe dar mais espaço.
Profissionais competentes conseguiram mais que isso ao se tornarem sócios nas agências, como Otto de Barros Vidal, Ivan Marques, Loy Barjas, para citar os mais conhecidos. Outros, como o Carlos Alberto Parente e o Luiz Grottera, fundaram suas agências. E do alto da superintendência comercial do maior veículo do País — a Rede Globo —, o Octávio Florisbal é o exemplo maior, dentre muitos, de mídias formados em agências que passaram a desempenhar importantes funções no atendimento, marketing e pesquisa de veículos.
Embora com menos freqüência, nos anunciantes isso também acontece, porque não há MBA, cursos na FGV, ou dezenas de anos de experiência na empresa, que possam ser comparados com o rico, variado, profícuo e abrangente aprendizado que o mídia adquire trabalhando em agências.
E pela primeira vez na sua história, a ABA – Associação Brasileira de Anunciantes, ao eleger o Orlando Lopes em abril último, passou a ter um presidente que é um mídia. Por formação e por dedicação, pois ele continua desempenhando atividades de mídia na Unilever. Referindo-se ao Fórum Anunciante & Mídia realizado em 1999, Orlando lembrou que, na ocasião, foi proposta a adoção de um modelo brasileiro de gestão de mídia a fim de fortalecer os serviços de mídia das agências, mas o que ocorreu de lá para cá foi perda de qualidade e de talentos, e sugeriu agora um "Pacto da Qualidade", como forma de reverter essa situação.
A observação é correta e o diagnóstico sensato. Porém, devido à diplomacia que seu cargo na empresa e na presidência da ABA exige, talvez o Orlando não tenha ido mais a fundo nas causas. Como eu não tenho vínculos empregatícios, e associativos, somente com o Grupo de Mídia São Paulo, posso ser bem mais crítico. Mas prudentemente digo que as causas estão em vários setores e âmbitos.
As agências deixaram de adotar o velho e bom hábito de fazer o melhor trabalho de mídia, independentemente se o cliente é exigente e preparado, ou não. Porque a rentabilidade diminuiu. Os anunciantes, ao exigirem custos menores, economizam nas taxas e perdem na qualidade. Mas isso não é percebido pela média dos anunciantes, porque cada vez mais profissionais de marketing se acham preparados para lidar com mídia apenas depois de aprenderem que "GRP é a soma das audiências" (por incrível que pareça, não é!). Pudera, de oito semestres, só em dois há disciplina de mídia em muitas faculdades de publicidade. Nas graduações e MBA de marketing, quando há mídia, só se ensinam noções.
E os veículos? Bem, os veículos sempre estiveram mais ocupados em vender espaço, o que é natural, com os líderes sempre apoiando iniciativas e pesquisas que contribuem para o desenvolvimento técnico da mídia, é bom que se diga. Mas ultimamente, mesmo esses, estão mais preocupados é com as soluções temporais do BNDES, em vez de usar melhor seus espaços para serem mais contundentes contra políticos corruptos e a favor de iniciativas de distribuição de renda, essas sim, decisões que podem definitivamente melhorar a situação de todos. Até dos ricos.
Profissional de Mídia
Artigo extraído do site portal da propaganda
Técnica e juízo
José Carlos Veronezzi
Até meados do século XVII, a explicação dogmática do porquê qualquer corpo mais pesado que o ar vai ao chão apoiava-se na teoria aristotélica de que "os graves caem porque seu lugar é embaixo". Somente em 1665, quando Isaac Newton formulou a lei da gravitação, o mundo passou a aceitar essa explicação técnica e correta, embora desde o começo dos tempos os objetos sempre foram ao chão por causa dessa lei. Mal comparando, em mídia todas as "leis" que regem as formulações usadas para medir os níveis de esforços das veiculações existem e funcionam desde o começo da publicidade moderna, ou seja, bem antes de elas começarem a ser explicadas por alguns profissionais de mídia americanos e ingleses a partir da década de 60.
O que quero dizer é que quando alguém acha que há muita frescura e perda de tempo ao se aplicar a chamada mídia técnica, porque basta conseguir bons descontos (altos percentuais, não necessariamente boas negociações), programar os veículos líderes e usar bastante verba, para a veiculação obter bons resultados de comunicação, não está falando nenhuma mentira (quanto a "obter bons resultados"), mas está pensando como um bispo da Idade Média, por achar que as "leis" que regem as técnicas de mídia só funcionam quando delas tomamos conhecimento.Contudo, com o uso de verbas altas, qualquer um consegue fazer veiculações que dêem bons resultados. Em termos de comunicação, pelo menos. Não precisa nem de agência para isso.
Mas independentemente do tipo de agência em que o trabalho de mídia é feito, o principal objetivo dos mídias deve ser recomendar, e justificar, volumes de verbas suficientes, ou seja, que consigam obter os mesmos bons resultados, mas com 20, 30 ou 40% a menos que os exageros que se cometem por aí. Impunemente. E não menos condenável são as verbas muito baixas, que geram níveis de esforços de veiculação insuficientes e não conseguem nenhum resultado.
E como fazer para saber se a verba está muito acima ou abaixo do necessário? Primeiro comparando e mensurando de forma individual os custos e dados quantitativos, qualitativos e subjetivos das pesquisas, para um melhor ajuizamento dos veículos e programas que serão selecionados (e não usando apenas o veredicto dos CPM); e depois, com relação à programação como um todo, analisando os estudos de simulação que levantam os dados de cobertura, freqüências, GRP e distribuição de freqüências. Esses indicativos estão presentes — mas não visíveis à primeira vista — em toda veiculação, quer os responsáveis pela sua aprovação os conheçam, ou não. Porque, assim como a lei da gravidade faz as coisas irem ao chão, as "leis" dos conceitos de mídia indicam se uma veiculação está muito fraca, boa ou com verba saindo pelo ladrão. Ladrão no bom sentido (pois não estou querendo insinuar nada).
Mas tão ou mais importante que conhecer os meandros dos conceitos e técnicas de mídia é ter juízos corretos a respeito. Vejamos: passados pouco mais de três séculos desde que uma maçã caiu na cabeça de Newton, ao perguntarmos às pessoas comuns por que uma maçã cai mais depressa ao chão do que uma bola de algodão de igual tamanho, a maioria dirá que é porque a maçã pesa mais. Quando a explicação correta é porque o centro da Terra exerce uma força maior de gravidade sobre a maçã, por ela ter mais massa.Nas questões quase metafísicas da mídia (em que são medidos aspectos voláteis e etéreos como cobertura, freqüência, lembrança, percepção, assimilação, saturação etc.) também ocorrem falsos entendimentos. O maior é aquele de que o principal e único indicador do "nível de esforço" de uma veiculação, em termos de comunicação, é o GRP. Ou Tarp, ou TRP, se preferirem. E aqui vai mais um falso juízo: o GRP não foi criado para indicar unicamente "audiência domiciliar", como muitos pensam. GRP, significando "sistema", ou "soma de audiências", tanto pode se referir à audiência domiciliar como a um dos mais de 300 targets existentes. Portanto, o uso da sigla Tarp, como se GRP somente se referisse à audiência domiciliar e Tarp à audiência target, não faz sentido.Voltando ao equívoco de se achar que o GRP é que indica o nível de esforço da programação, isso tem até uma atenuante, porque ao olharmos uma programação, com seus números de exibições por programas e audiências, ela mostra a soma dessas audiências, que é o GRP, e isso dá uma boa idéia da força da programação.Porém, os dados associados à comunicação são: freqüência e cobertura. Tanto que, quando uma programação consegue um nível forte de comunicação é porque obteve uma alta cobertura no público-alvo, com uma freqüência eficaz cuja amplitude de freqüências, costuma-se dizer, "está mais para a direita", por exemplo: 5 a 15, 7 a 17 etc.
Esses indicadores podem ser medidos da seguinte maneira: simula-se que a programação já foi veiculada, e com base nos bancos de pesquisa do Ibope, por meio do estudo Planview, se obtêm as coberturas no público para cada uma das freqüências, o que permite construir uma "distribuição de freqüências", que consegue mostrar o nível de força da programação.Enfim, é preciso não só conhecer, mas acreditar que a análise desses conceitos de mídia indica com clareza o nível de esforço das veiculações, embora, pelo que se percebe em muitas veiculações, para os seus responsáveis se conscientizarem de que tanto a gravidade atua com mais intensidade nos corpos com mais massa como os conceitos de mídia conseguem comprovar os grandes desatinos cometidos, seria preciso que uma jaca lhes caísse na cabeça.
Fonte site Portal da Propaganda.
Agência brasileira tem bom desempenho no Media Lions, mas o destaque fica para os japoneses.
E a Lew'Lara repetiu o bom resultado, levando um Ouro, com a campanha para a "Be the News", para Nissan. Nela, os assinantes de O Estado de S. Paulo puderam montar uma capa do jornal com suas notícias preferidas, a partir de textos e arquivos enviados.
As pratas foram para a Wunderman, que criou para a Land Rover, e para a DM9DDB, para a WWF Brasil.
As agências brasileiras ainda levaram três Bronzes. A New Content, com uma campanha para Becel, marca da empresa Unilever, ficou com um troféu. A Ponto de Criação, com criação para a Daimler Chrysler, e Africa, que criou para os 50 anos do Itaú, ficaram com os Bronzes.
Mais o destaque são as agências japonesa Tokyo, com uma campanha criada para Kit Kat, marca de chocolates da Nestlé e a Dentsu sendo eleita Agência do Ano.
Rede TV lançará Portal com conteúdo na íntegra.
Reduzir custo de marketing substituindo parte do investimento de outras mídias pelo investimento em mídia online, realizar pesquisas para saber o índice de satisfação de seu consumidor, gerar tráfego em seu site, criar comunidades ao redor de seu produto, identificar interesses dos consumidores e tendências de mercado através de ações piloto com baixo índice de dispersão e interatividade total.
Talvez por ter essas características que o meio internet vem recebendo grandes investimentos publicitário a cada ano, segundo informação foi o meio de registrou maior crescimento 45,7%, e também o único a obter resultado positivo em todos os meses do ano. Dessa forma, praticamente dobrou sua participação no bolo publicitário na última meia década. Em 2003, quando foi incluída no Projeto Inter-Meios, a internet tinha 1,5% de share, e em 2007, 2,8%. Levando-se em conta que o Google não consta do projeto e é responsável por quase 80% do segmento de links patrocinados no Brasil, pode-se aferir que essa participação é maior, devendo superar a casa dos 3%.
Percebendo esse crescimento considerável as emissoras de televisão vêm a cada dia investindo em interatividade e conteúdo OnLine íntegro, aumentando a cobertura sob o público. Essa é a vez da Rade TV que lançará No próximo dia 30,seu conteúdo na web o portal Rede TVi, destinado à cobertura em tempo real dos principais fatos das áreas de jornalismo, esportes e entretenimento. Com conteúdo gerado por uma equipe jornalística própria, o site também contará com vários canais multimídia e interativos, como vídeos, fóruns, chats e blogs. No novo portal os internautas também poderão assistir, ao vivo, a todas as atrações da emissora. O Rede TVi será lançado oficialmente em um evento no Jockey Club de São Paulo.
Plano de Mídia - Roteiro
“Independente do tipo de produto, campanha ou tamanho, qualquer Plano de mídia deve ser constituído por três grandes partes, e uma quarta, os anexos, que poderá entrar ou não, de acordo com a necessidade. Sendo os itens Informações básicas, Objetivo, Estratégias e os Anexos” Diz o publicitária José Carlo Veronezzi.
Modelo de Roteiro Básico de Mídia para download